segunda-feira, 31 de agosto de 2009

1. Características do falsamente chamado “sexo frágil”

1. Características do falsamente chamado “sexo frágil”


1. Comparam-se sempre umas com as outras.
2. São altamente competitivas.
3. Lutam para conquistar o homem de uma mulher linda.
4. São naturalmente adaptadas à espera.
5. Detestam homens débeis e fracassados.
6. Se dão bem apenas com homens que ignoram suas flutuações de humor e seguem seu ritmo.
7. Nunca deixam o homem concluir se são santas ou prostitutas para que não arranje outra.
8. Instrumentalizam o ciúme masculino.
9. Se auto-afirmam por meio do sofrimento masculino que se origina do desejo ou do amor (se culminar em suicídio será melhor ainda e nenhuma piedade será sentida).
10. Não amam em simples retribuição ao fato de serem amadas, mas sempre por algum interesse.
11. Gostam de enlouquecer o macho com torturas mentais.
12. Sofisticaram a tortura mental como forma de compensar a fragilidade física.
13. São emocionalmente muito mais fortes do que os homens.
14. Se entregam apenas àqueles que as tratam bem, mas não se apaixonam.
15. Enjoam dos homens que abandonam totalmente os rituais de encantamento (bilhetinhos, poemas, filmes, presentinhos, chocolates...) ou que os realizam em demasia.
16. Tentam nos induzir a correr atrás delas para terem o prazer de nos repudiar.
17. Sentem-se atraentes quando conseguem rejeitar um homem.
18. Simulam desinteresse por sexo para atiçar o desejo masculino.
19. Necessitam sempre sentir que estão enganando ou manipulando.
20. Quanto menos conseguem nos manipular e enganar, mais tentam fazê-lo.
21. Desistem dos jogos de engano e manipulação quando as ludibriamos habilmente, deixando-as supor que realmente o estão conseguindo.
22. Simulam fragilidade para ativar o instinto protetor masculino.
23. Jogam com o nosso medo de entristecê-las e desagradá-las.
24. Simulam indiferença para sugerir que estão interessadas em outro.
25. São pacientes.
26. Testam e observam reações.
27. São irresistivelmente atraídas por homens que lhes pareçam destacados, melhores do que os outros e, ao mesmo tempo, desinteressado.
28. Comportam-se como se sempre fossem desejadas.
29. Amam e se entregam totalmente aos cafajestes experientes.
30. Desejam um homem na mesma proporção em que outras mulheres o desejam.
31. Preferem aqueles que fingem se aproximar sem nenhum interesse além da amizade.
32. Querem que o homem esconda seu desejo sexual até o momento da entrega.
33. Simulam indiferença para sugerir que estão interessadas em outro.
34. Têm verdadeira loucura por homens que compreendam seu mundo. O chamam de “diferente”.
35. Tornam-se inacessíveis após a conquista para que o homem preserve o sentimento que geraram.
36. Sempre tentam descobrir o que o macho sente nas várias situações.
37. Costumam “amarrar” o homem, repudiando-o e evitando-o.
38. Temem o ódio masculino real, sem mescla alguma de afeição.
39. Afastam-se para verificar se iremos atrás ou não.
40. Constantemente observam e avaliam se, como e quanto necessitamos delas emocionalmente.
41. Incitam perseguições atraindo e em seguida repudiando.
42. Nos torturam mentalmente dando e desfazendo esperanças de sexo.
43. Negam-nos a satisfação sexual plena para acender o nosso desejo.
44. Nunca permitem que saibamos se fogem porque querem ser deixadas em paz ou porque querem ser assediadas.
45. Impressionam-se com homens decididos que não temem tomar atitudes enérgicas e as surpreendem.
46. Levam o homem que está “atrás” delas para onde querem.
47. Fogem e resistem para evitar que sua entrega provoque o desinteresse do “perseguidor”.
48. São irresistivelmente atraídas por homens que provocam emoções fortes.
49. Assediam aqueles que marcam sua imaginação como diferente e especial e, ao mesmo tempo, deixe entrever que está desinteressado.
50. Concluem que precisamos delas quando as procuramos e perseguimos.
51. Sentem-se seguras de seu poder de sedução quando são assediadas.
52. Têm necessidade de levantar a auto-estima quando um homem as rejeita, assediando-o.
53. Sempre acham que estão sendo desejadas quando um homem as observa detidamente ou toma a iniciativa do contato.
54. São física e psiquicamente lentas: demoram para serem encantadas, para terem o orgasmo, para tomarem decisões, para sentirem falta de sexo, suportam esperar muito tempo, são pacientes etc.
55. Não se compadecem por nosso sofrimento emocional.
56. Não se compadecem do sofrimento masculino ocasionado pela insatisfação sexual (consideram "frescura" ou "sem vergonhice").
57. Uma vez relacionadas com um homem, ficam atrás dele somente se ele resistir mais do que elas, evitando buscar contato e sexo.
58. Tornam-se emocionalmente dependentes de homens compreensivos, carinhosos, seguros, decididos e que, ao mesmo tempo, não dependem delas emocionalmente.
59. Concebem o homem ideal como seguro, forte, distante, decidido e calmo.
60. Sonham em converter os cafajestes porque sua conversão seria uma prova inequívoca de amor.
61. Simulam desinteresse para não serem desprezadas como "fáceis".
62. São atraídas pelo "diferente" que seja superior aos outros machos em vários sentidos, principalmente na possibilidade de oferecer segurança.
63. Cultivam no homem a dependência.
64. Observam e testam continuamente os nossos sentimentos até o limite de romper a relação.
65. Instrumentalizam nossos erros em seu favor.
66. Jogam a culpa dos erros delas em nós.
67. Sempre possuem uma desculpa para as mancadas.
68. Dobram e manipulam o homem quebrando sua resistência através da fragilidade.
69. Submetem e manipulam o homem sem que ele perceba.
70. Sempre dão abertura para que outros a cortejem e nunca admitem.
71. Juram fidelidade de sentimento, mas sempre se contradizem com atitudes suspeitas e "sem intenção".
72. Envolvem-se mais fortemente com amigos e conhecidos com os quais travam amizades "sem interesse", "sem intenção" e "sem maldade".
73. Não têm medo de jogar até o limite porque consideram que, se o cara romper a relação, a ruptura aconteceu porque ele já não prestava antecipadamente.
74. São afetadas pela nossa perda apenas depois que ela realmente se efetiva.
75. Jogam com ambigüidades e evitam assumir as conseqüências.
76. São incapazes de visualizar a dor da insatisfação sexual masculina, que consideram "sem-vergonhice".
77. Descobrem os limites do homem jogando com seus sentimentos.
78. Sentem um alívio em sua angústia de não serem amadas quando descobrem que alguém sofre por elas.
79. Querem ser amadas por aqueles que sejam melhores em todos os sentidos.
80. Nunca estão satisfeitas com os homens com os quais contraem matrimônio.
81. Gostariam de ter um homem que correspondesse à satisfação de todos os seus desejos conflitivos e contraditórios.
82. Detestam adaptações.

2. As etapas do trabalho de encantamento da mulher

2. As etapas do trabalho de encantamento da mulher

1. Cumprimente sutilmente toda mulher bonita que passar por você e te olhar. Uma delas irá te responder. Quando uma dama o olha, há uma fração de segundo em que você deve cumprimentá-la. Se esperar muito, perderá a chance. O momento de cumprimentá-la é o momento em que paira na mente feminina uma dúvida resultante do estado de surpresa. Você pode também ignorar a presença da beldade em um primeiro momento, por um bom
tempo, e surpreendê-la com um olhar fixo nos olhos acompanhado por um cumprimento quase imperceptível antes da recuperação da surpresa.

2. Estabeleça um contato desinteressado (invente algum motivo: cumprimente-a se ela olhar para você, olhe com um sorriso leve para ela, avise-a sobre algo real ou imaginário, se vire).

3. Tente prolongar o contato comentando algo que tenha relação com o momento.

4. Deixe-a prolongar o diálogo pelo tempo que quiser. Se sentir que ela quer terminar, termine antes.

5. Não olhe para o seu corpo. Ignore o decote, as pernas e a barriga de fora.

6. Se ela for linda, ignore sua beleza. Se ela for feia, encontre alguma coisa bonita nela para elogiar.

7. Tente conversar com ela sobre ela mesma.

8. Garanta um segundo contato: entregue o telefone, e-mail ou dê alguma dica de como ela pode te encontrar com facilidade.

9. Elogie sua inteligência, principalmente se ela for burra.

10. Converse sobre os problemas dela, principalmente os de tipo emocional.

11. Faça ou diga algo que demonstre indiretamente que você não quer transar.
12. Introduza a questão do amor nas conversas, sempre. Evite introduzir o sexo a não ser que ela tome a iniciativa.

13. Diga aos poucos que você sente sua falta.

14. Estimule-a a falar sobre seus medos, sonhos e desejos.

15. Diga que se lembrou dela em algumas circunstâncias bonitas.

16. Escreva-lhe frases românticas “por amizade” e sempre “sem intenção”.

17. Convide-a para algo mais ousado como um passeio ou uma ida ao cinema (para assistir um filme romântico, é claro).

18. Quando estiverem a sós, diga-lhe que está adorando estar ali e que se sente triste porque aqueles momentos irão acabar (não mostre nenhuma intenção de transar).

19. Retome todo o romantismo que você construiu desde o início da relação: lembre como vocês se conheceram, o que pensavam um do outro no início. Diga que sempre sente sua falta quando ela está longe, que sente muitas saudades, que a considera inteligente, diferente e especial (sei que é um pé no saco, é preciso um grande teatro mas vale a pena – uma dica nessa hora: imagine ela pelada e você recobrará as suas forças). Diga-lhe, pela primeira vez, que você a acha linda! Seja teatral ou ela desconfiará de sua verdadeira intenção, que é apenas transar bastante até que ela comece a jogar sujo com seus sentimentos.

20. Explicando que nunca viu outra mulher igual na Terra e olhando profundamente em seus olhos, aproxime-se para beijá-la. Se ela desviar o olhar, pare e repita os passos dos itens 17 e 18 até que ela o encare sem desviar o olhar mesmo se você aproximar.

21. Beije-a. Agora ela já está nos seus braços e o restante é com você.

3. Cuidados a tomar durante o trabalho de encantamento

3. Cuidados a tomar durante o trabalho de encantamento

1. Nunca tente beijá-la se o olhar for desviado durante sua aproximação.
2. Excite sua imaginação fazendo-a pensar constantemente em você, preferencialmente como um homem absolutamente diferente dos outros.
3. Impressione-a fortemente sem se exibir.
4. Seja misterioso.
5. Oculte sempre a intenção sexual.
6. Conduza a conversa na direção dos problemas emocionais dela e não dos seus. Não fale sobre coisas idiotas.
7. Espere pacientemente que a confiança vá se instalando.
8. Tenha regularidade nas freqüência das conversas.
9. Deixe-a definir a duração da conversa e dos intervalos entre uma conversa e outra.
10. Jamais demonstre pressa ou urgência sexual.
11. Confira gradativamente e de modo imperceptível um sentido romântico à “amizade desinteressada”.
12. Quando a intimidade se tornar maior, diga aos poucos que sentiu saudades e que se preocupa.
13. Escreva frases românticas de efeito sobre a amizade que os une, sempre escondendo sua intenção verdadeira, que deve ser a de levá-la para a cama.
14. Deixe-a falar sobre sexo, caso queira, e demonstre grande conhecimento a respeito.
15. Torne-a dependente de suas conversas.
16. Concorde com ela a maior parte das vezes, mas não sempre.
17. Demonstre ser alguém compreensivo com os seus pontos de vista.
18. Sempre sugira indiretamente que não está interessado em transar.
19. Não monopolize a conversa. Deixe-a falar à vontade. Você apenas deve ouvir e tanger os assuntos nas direções que interessam, estimulando a continuidade da fala para não deixá-la sem assunto.

4. Como sobreviver no difícil jogo das forças magnéticas da sedução

4. Como sobreviver no difícil jogo das forças magnéticas da sedução

1. Não se aposse da mulher. Tire de sua cabeça a idéia de que ela é sua, principalmente se ela disser que é fiel, que você é o melhor cara que ela conheceu, o único etc.
2. Procure sempre vê-la como uma prostituta maravilhosa que não se assume por medo da repressão social mas que necessita de um grande amigo que a compreenda porque ela sai com todo mundo.
3. Não caia na tentação de vê-la como ente celeste. Jamais acredite em sua fidelidade ou que não paquere ninguém além de você.
4. Seja indiferente aos seus jogos de atitudes contrárias e incoerentes.
5. Beije-a sempre ardorosamente, com muito sentimento.
6. Tire de sua cabeça a preocupação com a fidelidade. Se ela quiser dar para outro, ninguém a vai segurar.
7. Não a irrite e nem a sufoque com manifestações contínuas de amor.
8. Não seja um bebê chorão dependente gritando pela mãe.
9. Quando ela furar nos encontros, aceite as desculpas mentirosas e furadas que receber no dia seguinte e faça de conta que acreditou, ignorando.
10. Nunca se iluda acreditando que descobrirá o que ela sente por meio de perguntas ou conversas.
11. Seja indiferente aos jogos de aproximar e afastar que elas fazem para nos deixar loucos. Isso a deixará confusa.
12. Seja homem e esteja sempre preparado para o inesperado: ser trocado por outro macho, ser definitivamente ou temporariamente abandonado, ser frustrado nos encontros etc.
13. Não se apegue. Ame-a desinteressadamente, ainda que à distância.
14. Nunca se esqueça de que a histórica repressão cruel da cultura machista as obrigou a misturar verdades com mentiras em tudo o que falam. Nunca acredite e nem desacredite no que dizem: limite suas conclusões ao que vê.
15. Escreva-lhe frases de amor de vez em quando mas não sempre.
16. Conquiste sua independência emocional total.
17. Quando for comparado a algum outro macho idiota, recorde-se dos pontos em que você é melhor que o cara e esqueça a questão.
18. Adote conscientemente um comportamento que a agrade mas não se condicione.
19. Não se guie por generalizações sobre o sexo feminino mas pela singularidade da mulher específica que você quer encantar.
20. Derreta-se em declarações de amor cheias de sentimento porém raras e falsas.
21. Simule ter as mesmas idéias e concepções que as dela.
22. Maldiga o que ela detesta.
23. Elogie o que ela ama.
24. Seja firme e amável ao mesmo tempo.
25. Solicite sua presença por via indireta.
26. Solicite demonstrações de amor indiretamente.
27. Solicite delicadeza o mais indiretamente possível.
28. Não ligue quando ela não cumprir os compromissos de encontros e telefonemas.
29. Não acredite quando ela se comprometer a telefonar ou vê-lo.
30. Mate a paixão dentro de si.
31. Esteja disposto a perdê-la a qualquer momento.
32. Não a veja como única.
33. Não tente impressioná-la com seus talentos.
34. Não exiba gratuitamente seus talentos mas deixe-a percebê-los aos poucos .
35. Não fique atrás dela o tempo todo.
36. Não pense se ela sai com outro ou não.
37. Nunca seja grosseiro ou mal educado.
38. Não se aposse.
39. Não a sinta como se fosse sua.
40. Utilize as indefinições como definições.
41. Defina o teor da relação apenas com base no que demonstra o comportamento e as atitudes.
42. Não entre de cabeça na relação, NUNCA!
43. Não se fascine por sorrisos, olhares e palavras apaixonadas mas comporte-se como se estivesse um pouco fascinado, apenas um pouco.
44. Tenha os anelos dela como pauta central e constante nos diálogos.
45. Não fique atrás dela e nem se deixe ser atraído. Seja atraente para que ela fique atrás de você.
46. Para atrair, combine em doses homeopáticas seriedade, desinteresse, lealdade, altruísmo, sinceridade, cuidados com a aparência, eloquência, determinação, independência econômica, independência material (pelo menos uma casa e um carro), uma imagem de homem assediado que não se jacta disso (pode ser falsa, basta dizer para uma amiga bem fofoqueira que há várias mulheres lindas atrás de você e pedir-lhe para não contar a ninguém que ela se encarrega do resto), virilidade, masculinidade intensa, sensibilidade, gentileza, ponderação e inteligência.
47. Detecte as contradições no comportamento dela.
48. Desenvolva o poder de se apaixonar intensamente por todas as mulheres que se parecerem ao seu modelo ideal e não apenas por uma única mulher.
49. Não espere bom senso ou compreensão.
50. Resista ao magnetismo feminino negativo.
51. Não discuta.
52. Não cultive o conflito.
53. Observe-a "de fora" (sem identificação) tentando captar seus sentimentos.
54. Seja silencioso, escute-a.
55. Seja distante para dar asas ao mistério.
56. Não deixe transparecer o que se passa em seu interior.
57. Adestre-a gradativamente, recompensando-a por bom comportamento.
58. Deixe-a conduzir o rumo das conversas.
59. Estimule-a a falar sobre o que mais gostar.
60. Concorde sempre, exceto quando ela quiser ser contradita.
61. Exalte sua imaginação.
62. Encarne os princípios do amor superior.
63. Não vacile em suas posições.
64. Trate-a como uma menina.
65. Jogue com o binário, a alternância de opostos.
66. Devolva-lhe as responsabilidades pelos seus atos, joguinhos bobos etc.
67. Não fale em tom apelativo.
68. Cumpra pequenos rituais românticos.
69. Seja um espelho sem lhe dar muita abertura.
70. Faça-a rir.
71. Aponte suas virtudes sempre que se manifestarem.
72. Alterne severidade com doçura.
73. Alterne silêncio com falas breves que a estimulem e acalmem.
74. Beije-a subitamente na boca.
75. Diga-lhe de vez em quando que a ama (mas não sempre).
76. Não se deixe possuir por sentimento de inferioridade com relação a outros homens.
77. Concorde com sua tendências comportamentais errôneas e estimule-as, empurrando-a na direção das mesmas. Por exemplo: quando ela quiser sair com um decote exagerado, diga que o decote ainda está fechado e que deveria abrir mais; quando ela usar uma saia muito curta, diga que está comprida e que deveria ser mais curta. Vá com ela até o limite extremo para descobrir que tipo de mulher você realmente tem ao lado. Se ela se recusar e voltar atrás, é uma boa mulher. Se não o fizer, use-a sexualmente e a ofereça a seus amigos, por um bom preço, é claro, antes de descartá-la.

5. Sobre o desejo da mulher

5. Sobre o desejo da mulher

Por ser o complemento e o pólo contrário do homem, a mulher tem uma estrutura psíquica inversa. Para nós, o sexo vem em primeiro lugar e o amor em segundo. Para
elas, o contrário ocorre.
Elas nunca nos amam em simples retribuição ao nosso amor, ou seja, simplesmente por as amarmos ou desejarmos. Desejam nossas características atraentes e não nossa pessoa.

Querem o melhor macho do bando, o melhor reprodutor: o vencedor, o rico, o famoso, o destacado em relação aos outros machos.
Não diferem das macacas. Assim como entre os bandos de gorilas os machos líderes são preferidos pelas fêmeas para o acasalamento e os machos de segunda categoria são rejeitados, entre os grupos humanos os mais destacados são os mais desejados.
A loucura feminina é a superioridade do macho em todos os sentidos possíveis. Amam a superioridade: as operárias desejam o dono da empresa, as pacientes desejam o médico, as alunas desejam o professor, as fãs desejam o artista, as baixas desejam os altos e as altas desejam os mais altos ainda! As alemãs desejavam Hitler e as russas, Stalin.

Quanto maior for a distância, maior será o desejo, o que explica os gritos histéricos e desmaios de garotas em shows. Os inferiores são rejeitados. A superioridade/inferioridade é definida pelo contexto social. Não cuidarão de preservar o macho ao seu lado caso se sintam seguras. Apenas o farão antes de conquistá-lo ou sob a ameaça real de perdê-lo. Somente entregam seus tesouros em situações extremas. O amor que oferecem em situações normais é um lixo.

As traições femininas principiam quase sempre pelo sentimento e não pelo desejo carnal, o qual é para elas complemento e não ingrediente central do amor. Por tal razão, é muito fácil para elas se defenderem quando as apanhamos em condutas suspeitas dizendo coisas do tipo: "Você é maldoso, a maldade só existe em sua cabeça etc." Costumam camuflar seus casos ou flertes nas amizades e até unir ambos, motivo pelo qual devemos sempre estar atentos e desconfiar de gentilezas, admirações, cuidados e atenções que elas dão a certos homens que escolhem.

Há uma personalidade específica, um tipo especial de homem que as mulheres assediam: o cafajeste, aquele que se aprimorou na arte de representar o apaixonamento para convencer e que, ao mesmo tempo, nada sente. Se o amor for real, será desinteressante. O cafajeste não se apaixona, encarna a fantasia feminina. Transmite a falsa impressão de ser compreensivo por não se importar com o que sua parceira faz ou com quem anda, já que possui muitas outras e não quer compromisso.
A procura somente para o sexo e a esquece por um longo tempo em seguida, fazendo-a oscilar entre a esperança e o desespero. Não a bajula, não é pegajoso. É distante e misterioso, já que precisa ocultar sua vida, suas intenções e o que faz. Tem todos os ingredientes de um amante perfeito.

Os homens ricos são preferidos porque são poucos e não exatamente porque são ricos. Há esposas ricas que possuem amantes pobres. Além do poder, as fêmeas querem o destaque e a força emocional do amante. Querem falar de baixo para cima, olhando para o alto. É por isto que você será desprezado se for menor do que sua parceira em algum sentido. Seja sempre maior e protetor, porém distante.

As posses materiais, a superioridade física ou qualquer outro atributo que a sociedade convencionou ser indicador de status elevado conferem segurança e tornam o macho atraente. Entretanto, não são os atributos sociais em si o fator de atração mas sim a segurança que proporcionam.

Uma característica comum aos machos superiores, que dominam suas fêmeas, é a capacidade de liderar a relação e a iniciativa de tomar decisões acertadas. Os machos inferiores costumam transmitir debilidade ao consultarem excessivamente a fêmea. São orientados pela equivocada idéia de que a o amor virá sob a forma de agradecimento por terem sido bons, prestativos, submissos etc.
Movidas pelo desejo inconsciente de manter o maior número possível de machos desejando-a, para criar um clã matriarcal, as fêmeas elaboram sofisticadas estratégias psicológicas para se exporem ao desejo sem serem responsabilizadas. A grosso modo, podemos dividir os machos que procuram em dois tipos: o provedor e o amante. Lutam incessantemente para submeter a todos e quando se deparam com um que não se submete,este se torna um grande problema emocional. Os que se submetem servem para serem provedores, maridos, e os que não se submetem servem para serem amantes, recebendo carinho, amor e sexo de boa qualidade.

A auto-estima de uma mulher é definida pela quantidade de machos que a desejam e perseguem. Necessitam sentirem-se desejadas, razão pela qual incessantemente criam mecanismos para se exporem ao desejo e se esquivarem da fúria dos machos que já conquistaram. Desejam ser perseguidas para que possam repudiar o perseguidor e contar isso a todos, chamando a atenção para seu poder de fascinar e atrair.

São violentamente atingidas no sentimento quando descobrem de modo inequívoco que seus favores sexuais e afetivos são rejeitados. Necessitam pressupor que são perseguidas. O macho inacessível torna-se um problema e, simultaneamente, objeto de maiores esforços no sentido de seduzir para submeter. A inacessibilidade desencadeia tentativas de sedução. A fêmea rejeitada sai da inércia e se mobiliza para virar o jogo porque foi violentamente atingida no amor próprio.

O carinho feminino não é uma retribuição ou um reflexo do amor masculino mas uma estratégia para conquista e aprisionamento. É por isto que sempre são direcionados somente àqueles que não as amam. São, igualmente, desviados dos apaixonados e submissos. O carinho, o amor e a dedicação são ferramentas para aprisionamento. Logo, se você quiser recebê-los ininterruptamente, terá que manter-se em um estado intermediário, a "um passo da submissão" sem nunca se entregar realmente.
Nosso erro consiste em acreditar na mentira de que são reflexos de nossos sentimentos mais sublimes. Quanto mais as agradarmos, menos os receberemos.
Para que sua esposa ou namorada se mantenham fiéis, precisam senti-lo quase preso mas continuamente inacessível. Se o prenderem de fato, partirão para a conquista de outro macho superior a você.

O macho inacessível é um obstáculo ao impulso acumulativo constante que visa ampliar a quantidade de possíveis protetores e provedores no estoque. É por isso que a fêmea se detém nele, tentando vencê-lo e mantendo-se fiel enquanto não for capaz de submetê-lo.


O razão do desejo de acumular protetores/provedores é uma necessidade inconsciente de segurança contra possíveis abandonos futuros.


Neste sentido, elas não sentem o menor escrúpulo em usar os sentimentos alheios porque o fazem inconscientemente, negando veementemente para si mesmas ou para qualquer pessoa tais ardis. A necessidade de se sentirem desejadas as mobiliza para o clássico jogo de atrair e repelir, provocar e rejeitar. Pode parecer estranho, mas a combinação do medo com admiração e proteção formam uma mistura que incendeia o desejo feminino. Seja temível, admirável e protetor. Não me entenda mal: o temor a que me refiro é o temor da perda, de ser abandonada e trocada; não é o temor de sua força física.

6. As torturas psicológicas

6. As torturas psicológicas

As fêmeas atormentarão sempre os machos que não souberem dominá-las por meio de uma vontade poderosa e uma severidade extrema. Tenha sempre a razão do seu lado para não cair de cabeça no precipício.
A fragilidade feminina se restringe ao âmbito físico mas não ao âmbito emocional em sua totalidade. No campo da relação a dois, as fêmeas humanas não são nem um pouco delicadas ou frágeis, são poderosas, impiedosas e jogam sujo sempre. Entretanto, devemos aceitar tais características como instintivas e naturais, sem nos revoltarmos.

Elas possuem grande poder magnético de provocar sentimentos negativos no macho. Se este for emocionalmente fraco, com facilidade fazem-no cair em estados de ciúme, irritação, impaciência e, do mesmo modo, fazem-no sentir-se pequeno, como se fosse um pirralho imbecil.

Por serem psicológicas, as estratégias femininas de ataque e retaliação raramente são admitidas. Ocultam-se muito bem dos olhos comuns que apenas sabem enxergar o externo, o físico. Não obstante, são altamente eficazes na indução do sofrimento alheio.
O segredo para se defender de todas as artimanhas femininas de manipulações e torturas mentais consiste em não nos identificarmos com as estratégias da mulher, isolando-a em seus próprios atos caprichosos e contraditórios. Para tanto, é imprescindível não estar apaixonado. Então ela realizará seus jogos sozinha e sorverá toda a loucura que tentou introduzir em nosso coração. Tal poder é conseguido quando procuramos sentir fortemente e o mais sinceramente possível que ela está atuando "lá" e nós "aqui", ou seja, quando mantemos viva em nós a recordação da separatividade entre "eu" e a "outra pessoa". Também convém olhá-la sempre como um prostituta até prova em contrário. Há mulheres que se fingem de santas por vários anos.

Uma vez que tenhamos conseguido tal independência emocional, devemos observar a fêmea, aguardando para saber quanto tempo resistirá em suas tentativas de nos enfeitiçar e submeter. Temos que devolver-lhe o fardo que insistentemente tenta ser lançado sobre nossas costas, ou seja, deixá-la realizar todo o trabalho pesado e apenas aguardar, até que lhe sobrevenha a extenuação.

Uma forma muito comum de torturar é por meio de atitudes suspeitas que provocam ciúmes. As etapas desse processo de tortura mental possuem três fases:
1ª fase - A mulher se comporta como santa, dando carinho e sexo até que estejamos emocionalmente dependentes. Nesta fase ela finge não se interessar por mais ninguém, não dar atenção ou bola para nenhum outro homem.

2ª fase - Após ter certeza de que mordemos a isca, estando bem presos pelo sentimento, a vadia principia a ter atitudes suspeitas com relação a outros machos, de modo a lançar dúvidas em nossa mente para que se inicie um sofrimento por ciúmes.
3ª fase - Quando protestamos com justa razão, ela nega terminantemente as intenções que estão por trás de tais atitudes visivelmente comprometedoras, alegando inocência, indignação, tristeza etc. chorando lágrimas de crocodilo e insistindo nas mesmas atitudes em seguida.

Por esta estratégia, a fêmea consegue prolongar indefinidamente o sofrimento do macho. Todas a utilizam com maior ou menor intensidade, de acordo com as concepções de mundo e a disposição que possuem para lutar contra seus próprios instintos. Note que o fundamento da tortura é o sentimento de apego e paixão. A despeito de todas as tentativas de se desvencilhar e se debater inutilmente, ela não deixará de torturá-lo com tais jogos a menos que sinta que você se desapaixonou de verdade. Este é o segredo. Quanto mais apaixonado, mais submetido aos joguinhos infernais estará.
Experimente mostrar-se intensamente ciumento e carente ao telefone:
sua parceira alegará algum pretexto qualquer e desligará em seguida para mantê-lo neste estado durante os próximos dias. É que elas gostam de nos ver assim, desesperados, porque isso lhes dá um mórbido prazer associado à sensação de que há um trouxa que a esperará por toda a vida. Entretanto, esta modalidade de prazer não a preenche enquanto mulher e você será considerado um macho secundário e desinteressante, um mero sobressalente guardado de reserva para o último caso. O primeiro da lista será sempre aquele que não der muita bola sem se deixar polarizar na frieza. Se você cometeu este erro de ser ciumento, para corrigí-lo é necessário perturbar a crença que foi criada, o que pode ser conseguido dando a entender a ela que a cena de ciúmes ou carência que você fez foi apenas uma simulação com alguma outra intenção qualquer. Este padrão comportamental feminino de afastar-se quando o macho está enciumado ou carente também pode ser muito útil quando você estiver de saco cheio e quiser sossego por alguns dias: basta simular uma cena assim e você será deixado em paz.

Mas não se esqueça: se com o passar dos dias você não confirmar com sinais adicionais a crença que induziu, sua companheira virá desesperada atrás de você. Outra forma comum de infernizar nossa mente é marcar encontros e não comparecer. Para destroçar este joguinho, nunca se esqueça de marcar um teto para os horários dos encontros e nunca fique esperando feito um idiota após o prazo ter findado. Prazos as desconcertam por serem acordos definidos explicitamente para ambas as partes que encurralam suas mentes, impedindo-as de se movimentarem nas indefinições.
Há ainda uma engenhosa estratégia que consiste em não manifestar cuidados e negar o carinho para induzir o macho a manifestá-los.

Em síntese, os mecanismos de tortura consistem em atiçar nosso impulso sexual e nosso sentimento de amor ao máximo sem nunca satisfazê-los.
Quando resolvem nos satisfazer, o fazem por se sentirem ameaçadas, movidas pela idéia de que estão perdendo o domínio, mas sempre mantendo a expectativa de que mais à frente poderão nos lançar na insatisfação permanente de novo. O desejo erótico e o sentimento de amor (entendido aqui como apaixonamento e apego) são normalmente as principais ferramentas usadas, sendo as demais raramente empregadas a não ser em associação direta com estas ou em casos excepcionais. A excitação não satisfeita promove um estado de desconforto que pode ser prolongado ao máximo. É por este motivo que o ódio ou a indiferença real por parte do homem as atemoriza: as torna impotentes.

O contínuo emprego destas torturas se deve, em parte, ao ódio ancestral que possuem e, em parte, à necessidade de testar-nos. Observe uma roda de mulheres e você as verá condenando, ridicularizando e satirizando o masculino, jamais o contrário. Você nunca as verá enaltecendo a importância que temos ou admitindo a dependência de proteção que possuem. Conclui-se, portanto, que nossas manipuladoras sofrem com ódio e inveja, não aceitando sua natural condição, e sentem um prazer sádico em nos atormentar, razão mais do que justa para nos defendermos e dar-lhes algumas lições.

7. A ultrapassagem das defesas emocionais

7. A ultrapassagem das defesas emocionais

Assim como nós somos vulneráveis a assaltos eróticos de fêmeas fatais, as mulheres não possuem nenhuma resistência contra um desinteressado amor sem intenções sexuais. As fêmeas humanas não são invulneráveis como se mostram aos homens que, à primeira vista, lhes parecem desinteressantes.

Vou agora expor a fraqueza feminina; obviamente, estou pensando nas mulheres "difíceis" porque as "fáceis" não exigem trabalho. Mulheres difíceis são aquelas absolutamente refratárias, com as quais não se consegue estabelecer nenhuma afinidade simpática.

Na mente feminina há uma abertura constante, uma passagem que nunca se fecha. Um sedutor hábil rapidamente a identifica e a utiliza. Trata-se da abertura para a intimidade "sem malícia" com um homem que se faça crer desinteressado, sem segundas intenções, sem objetivos sexuais.

Paradoxalmente, quanto mais ocultamos a intenção de transar, mais abertura para uma intimidade "inocente" conseguimos.
Os ginecologistas, por exemplo, têm permissão para olhar dentro das vaginas simplesmente porque se respaldam na crença de que seus objetivos são meramente terapêuticos. A mulher que lhe abre as pernas o faz a partir da crença inabalável em sua honestidade e ausência de interesses sexuais.

Seguindo a mesma linha, porém indo mais avante, o ginecologista pode tocar-lhe o clítoris sob a alegação de realizar um exame e até mesmo excitá-la. Enquanto a crença for preservada, não haverá nenhuma reação feminina contrária ao toque, no sentido de rechaçá-lo. Esta é uma prova de que a crença e a confiança na ausência de intenções sexuais permite que a mulher se abra e se entregue aos poucos. O mesmo sucede com os psicoterapeutas, para os quais elas revelam segredos que jamais revelariam a ninguém e muito menos aos maridos. No fundo, as fêmeas querem se sentir acolhidas, compreendidas e aceitas tal como são, sem que nenhum favor sexual seja exigido em troca. Querem se sentir seguras, ter um porto no qual podem atracar.
A necessidade de ser aceita com seus "atos reprováveis" é muito forte e torna as mulheres absolutamente vulneráveis aos homens que demonstram não ter intenções secundárias e não reagem com desaprovação aos erros que cometem. Quando o conhecem, gradativamente vão lhe revelando as coisas "mais feias" ou "erradas" que já fizeram na vida e observando suas reações.

À medida em que comprovam que são aceitas, criam mais confiança e as confissões se aprofundam ao mesmo tempo em que a intimidade cresce.
Então, sem que percebam, já estão envolvidas emocionalmente e sexualmente.
Esta é a passagem mental que nunca se fecha e através da qual pode-se conquistar qualquer mulher. Não há mulher que resista a investidas por este canal porque todas possuem uma necessidade desesperada de um cúmplice absoluto que as façam sentirem-se seguras para confessar tudo aquilo que temem revelar à sociedade por medo de serem reprovadas ou por vergonha. Se alguma ainda assim resistir, será por alguma inabilidade do candidato a sedutor que resultou em alguma comunicação subliminar de intenção.

As mulheres são absolutamente vulneráveis a amizades e, se alguma algum dia virou a cara para algum homem, é simplesmente porque achou que ele queria algo mais e se mostrou como um macho necessitado e, portanto, de segunda categoria. Aquelas que evitam o contato e se comportam de modo inacessível não o fazem por respeito ou amor ao homem com quem vivem ou com quem se comprometem mas simplesmente por não nutrirem esperanças de que haja alguma intenção assexuada sincera por trás dos caras que cruzam o seu caminho.

A capacidade de ocultar a verdadeira intenção confere-nos um irresistível poder de sedução.
Uma vez conquistada a capacidade de simular desinteresse com perfeição e por longo tempo, a dificuldade residirá, então, em atravessar os limites da intimidade e entrar profundamente no mundo feminino. Esta é uma forma de penetração psicológica que se obtém ao se conversar desinteressadamente com a mulher sobre si mesma, fazendo-a se sentir acolhida e segura.

O rumo dos diálogos deve girar em torno de questões amorosas gerais e, posteriormente, das questões amorosas específicas da mulher que estamos seduzindo. A temática sexual somente pode ser introduzida depois de um bom tempo.
Quanto mais intensas forem as manifestações de amor desinteressado, mais embriagada emocionalmnte ela ficará. Sabendo disso, as fêmeas humanas sempre colocam cuidado especial em não serem enganadas e nunca acreditam logo à primeira vista em nosso desinteresse. Algumas chegam a resistir durante muito tempo verificando quais são as intenções masculinas. A intenção exclusivamente sexual é vista como agressiva e desinteressante. As defesas emocionais femininas são atravessadas através de atitudes que comuniquem aceitação, amor e, ao mesmo tempo, desinteresse sexual. A imagem a representar é a de um amigo muito íntimo, desinteressado e, inicialmente, assexuado. Com esta técnica adentra-se ao mundo até das mulheres mais proibidas e difíceis. Há homens que tiveram relações sexuais com mulheres impensáveis apenas com este procedimento.

8. Porque não se deve discutir ou polemizar

8. Porque não se deve discutir ou polemizar

As mulheres costumam ter muitas atitudes que prejudicam seu relacionamento conosco. Entre tais atitudes, posso citar o gosto por amizades masculinas, o hábito de admirar ou elogiar outros homens, famosos ou não etc. Quando as apanhamos em flagrante, negam terminantemente e dize em que foi tudo algo inocente e sem más intenções, "sem maldade".


Por serem baseados em sentimentos e não na razão, estas idéias e comportamentos femininos indesejáveis continuam incólumes após destruirmos intelectualmente seus argumentos.
Em geral, os argumentos femininos para atitudes que destroem a relação são muito frágeis. Entretanto, de nada adianta discutir ou polemizar pois, mesmo após destruídos, seus motivos prevalecem por serem emocionais. Elas então elaboram outros caminhos psicológicos para justificar suas atitudes excusas sem nunca assumí-las.

Por tais razões, é uma total perda de tempo discutir ou polemizar quando as apanhamos nessas pilantragens. Este hábito, que vejo em muitos homens, apenas cria um clima desagradável na relação e nos conduz à loucura, para a felicidade feminina.
Ao invés de polemizar, é melhor tomarmos uma atitude radical e inesperada que a encurrale e deixe desconcertada a nosso respeito. A experiência me mostrou que quando incentivamos seriamente à mulher que está flertando com outro cara a ficar com ele, a mesma fica desesperada se estiver apenas tentando nos provocar. Esta é uma boa forma de vingança porque, na maioria das vezes, o outro não a quer seriamente, deixando-a no final sozinha, sem ninguém e poderemos rir. Por outro lado, se o cara a quiser de verdade e for aceito, isto apenas significará que você já deveria tê-la tratado como uma prostituta desde o começo e que, caso a tenha considerado sua namorada, o erro foi somente seu.


Esta é a atitude menos esperada de um homem e, justamente por isto, a mais desconcertante. Em geral, o esperado é que em tais situações protestemos e caiamos em transtornos emocionais de diversos tipos. Se, ao contrário, as incentivamos a levar adiante esta fantasia de galinhagem, ficarão emocionalmente encurraladas.

Entretanto, para não sermos previsíveis, convém de vez em quando passar ao extremo oposto, desmascarando implacavelmente seus disfarces (sem discutir mas apenas fazendo observações seguras, claras, diretas e fechadas) sem o menor medo de perdê-la e sem vacilar. Para que o desmascaramento atinja o sentimento e surta o efeito desejado, as palavras utilizadas devem ser de facílimo entendimento, adequadas à pouca inteligência, e ao mesmo tempo absolutamente exatas, para promover o encurralamento adequado. Esteja preparado porque, nestes casos, as reações femininas costumam ser violentas e você precisará estar presciente para segurar as pontas de uma fêmea em surto de loucura por ter sido desmascarada à força e se sentir subitamente como se estivesse nua. Mas isso logo passará se você for o mais forte e mais frio dos dois e se mantiver centrado. Não tema alaridos, gritos ou choros. Não se afete por tempestades de palavras. Mantenha-se firme e decidido em sua posição. O fluxo de energia que você disparou logo se esgotará.

O desmascaramento antecipado das intenções e dos jogos surte um efeito desmoralizante que esvazia o sentido destes últimos, provocando a desistência. Aprenda a prever quando sua parceira irá jogar com seus sentimentos e se antecipe, desmascarando o jogo antes que efetivamente aconteça. Deste modo, ficará temporariamente livre dos tormentos mas não por muito tempo, pois logo virão outros. Isto é mais eficiente do que reclamar e discutir.

Obviamente, você não deve tentar fazer isso se estiver apaixonado ou cairá de cabeça no precipício. O homem apaixonado está em um estado servil e miserável, sendo incapaz de dominar a relação. É por isso que as mulheres tentam insistentemente nos induzir à entrega.
Não tente forçá-la a ser coerente, sensata ou lógica. Aceite-a como é, compreenda-a e se adapte. Não tenha forma, mate seus egos. Observe-a e tome as coisas como são, sem o desejo de que fossem diferentes. Em parte, a tendência em evitar sempre a verdade refugiando-se na mentira e na ilusão se devem à natural disposição feminina para ocultar, reflexo simbólico de sua anatomia sexual. Enquanto os órgãos sexuais femininos são internalizados no corpo, os masculinos se projetam para fora.


Não é à toa que sentimos prazer em mostrar nosso "phalus erectus", em exibí-lo, enquanto elas sentem satisfação no ato oposto, em ocultar a vagina fechando as pernas ou tapando-a com as mãos. Se perceberem que isto nos incomoda, que estamos loucos para ver o que escondem, ficam ainda mais excitadas e esconderão mais. Pela mesma razão, queremos fazê-las se abrirem, se arreganharem completamente, no ato sexual e na vida afetiva porque isto é uma vitória contra a resistência do coração. Queremos que virem ao avesso e se mostrem.
Nossas adoráveis e perigosas companheiras são naturalmente condicionadas à ocultação e por isso é que são tão mentirosas. Se dão muito bem em funções que exijam a habilidade de esconder, de dissimular. Mas assim deve ser, não nos revoltemos. Temos que nos adaptar à suas linguagens ambíguas, aprendendo a nos orientar em meio ao caos que criam, ao invés de ficarmos brigando, discutindo e polemizando.

9. Sobre a (im?)possibilidade de dominar o "sexo frágil"

9. Sobre a (im?)possibilidade de dominar o "sexo frágil"

Nossas queridas e perigosas fêmeas tentam incansavelmente dominar a relação para impor-nos os padrões que desejam, os quais correspondem à freqüência, à intensidade e à qualidade nos encontros, nos telefenomas, no sexo, no trato carinhoso, na fala etc.. Aquele que amar mais, isto é, necessitar mais do amor do outro, cederá e se submeterá por medo de perder a pessoa amada. Aquele que amar menos, sairá vitorioso e dominará a relação.

O poder de dominar ou ser dominado vincula-se estreitamente à beleza física, no caso da mulher, e ao destaque social, no caso do homem, embora não apenas a esses elementos. Se você tem uma namorada ou esposa já deve ter percebido que ela costuma sempre resistir contra quase tudo o que você quer, principalmente em dar sexo exatamente na hora em que você está precisando. Esta resistência é natural e não devemos protestar. São obstáculos que seu inconsciente nos coloca para ver se conseguimos superar e provar nosso valor masculino.

Apesar de nunca serem admitidas ou reconhecidas pelas mulheres, as resistências nunca cessam, nem mesmo após décadas de casamento. Quando resistem, as mulheres estão, na verdade, querendo ser encantadas até um ponto de total embriagues emocional. Querem que quebremos a resistência lançando-as em um estado de loucura de modo que não consigam mais resistir. Se não o fazemos, nos consideram incompetentes e com o tempo nos colocam alguns belos chifres porque necessitam de emoções intensas e loucas. Esta é a razão pela qual sempre tentam nos dominar ao invés de se submeterem passivamente.

Alguns homens ignorantes, desesperados por não conseguirem dominar a mulher, agridem-na fisicamente. Esta atitude é desnecessária, como veremos a seguir.
A mulher dispõe de sofisticados mecanismos psicológicos para burlar qualquer tentativa de dominação. Resistem continuamente, somente podendo ser dominadas realmente pela força bruta, física, ou por uma força emocional superior à sua. Nem tudo está perdido...
Há um meio muito eficaz de nos protegermos e ao mesmo tempo dominarmos a relação sem ficarmos loucos: consiste em renunciarmos à tentativa de dominar a fêmea, preferindo dominar nossos próprios sentimentos de posse, ciúmes e outras fraquezas. Isto parece contraditório mas realmente funciona por serem as mulheres seres contraditórios e ilógicos em essência.
Eliphas Lévi nos diz que a mulher nos acorrenta por nossos desejos.


Acrescento que, além dos desejos, elas nos acorrentam por nossos sentimentos. Logo, se eliminarmos os sentimentos, as lançamos em seu próprio calabouço mental. O tiro sairá pela culatra devido ao efeito especular que lança o feitiço de volta àquele que o enviou. A mulher então cairá no inferno mental-emocional no qual tentou nos jogar.

Desde o início da relação, devemos sempre por mais cuidado em nós mesmos, no que sentimos, do que na mulher. Isto não significa que tenhamos que tratá-la mal, com frieza etc. mas apenas que precisamos sobrepujá-la nos campos em que somos fracos e ela é forte. Ciúmes, fúria, posse etc. são debilidades que nos deixam dominados.

Ao invés de dominar o sexo oposto, é melhor dominar a relação. Mas para dominarmos a relação temos que dominar a nós mesmos. Logo, tudo se reduz ao domínio de si. Não se pode dominar a mulher por via direta, nem mesmo pela força bruta. Se você lhe pedir algo, seu pedido será amavelmente recusado ou protelado indefinidamente. Se você ordenar, ela
Irá testá-lo para descobrir até onde você é capaz de ir, curiosa por saber até que ponto a relação está vulnerável. Se recusará a atendê-lo e observará suas reações para certificar-se de sua capacidade de desagradá-la obtendo, por este meio, importantes informações a respeito da profundidade do seu apego, do seu grau de dependência emocional. Nunca deixe-a fechar conclusões e saber o quanto dela você necessita.


As mulheres amam os fortes e desprezam os fracos, apenas se submetendo a um poder demonstrado e comprovado de forma inequívoca em seus próprios domínios: os sentimentos. É preciso vencê-las em dois campos opostos: o da frieza e o do carinho. Temos que sobrepujá-las em força sem nos deixarmos tomar por suas fraquezas, ou seja, precisamos ser mais frios e indiferentes do que elas são conosco mas, ao mesmo tempo, mais carinhosos e amorosos do que elas são conosco.
Contraditório?
Ilógico?

Sim! E eficiente! Não há outra saída: seja desapaixonado e teatral.

Você pode até não dominá-la diretamente mas se premiá-la nos momentos corretos com intenso carinho poderá domá-la por seus próprios instintos, como se faz com animais selvagens. Quando ela agir mal, sumir, não telefonar, evitar ou adiar sexo, dar atenção ou ser gentil com outro cara etc. seja indiferente. Ela irá resistir, resista também até quebrar a resistência. Então, quando a fêmea se submeter, recompense-a com muito carinho e outras bobagens, cartinhas de amor, flores etc. retornando em seguida ao seu distanciamento. Nunca se polarize na distância ou no carinho, alterne.

Se você não estiver disposto a ser forte e não for corajoso, é melhor desistir de ser macho e virar homossexual. Ou então se disponha a adquirir coragem.

Vejo muitos caras achando que as mulheres vão se apaixonar por eles apenas por piedade. Acreditam que basta dar-lhes amor e, assim, a retribuição será automática. Estão perdidos.
Se você pensa que basta ser bonzinho para ser reconhecido...está perdido. Jogue sua cabeça no vaso sanitário e dê descarga para o bem das gerações futuras.


A principal fraqueza masculina que tenho visto é o medo da perda.
Daí derivam ciúmes, tristezas, desconfortos e muitas brigas.
Elas constantemente avaliam os nossos limites e o grau de poder que possuem sobre nossa vontade. Nos observam e medem até onde podem ir. Jogam ao extremo. Tudo com intenção de dominar a relação e não serem dominadas.


Se realmente ignorarmos estes jogos, o que lhes sobrará serão apenas os próprios sentimentos. Terão jogado em vão e sozinhas. Se sentirão solitárias, com medo de nos perderem para sempre e, talvez, venham até nós sem que precisemos chamá-las. Mas nem isto é certo no mundo desses seres enigmáticos, absurdos e ilógicos.

O mais curioso e contraditório é que, apesar de resistirem como podem à dominação, as fêmeas se entregam somente àquele que as domina, ao melhor.

Poucas coisas dão tanto prazer à fêmea do que saber que há um macho que sofre por elas. Paradoxalmente, este mesmo macho é considerado desinteressante e fraco, não proporcionando as emoções fortes que as deixam fascinadas. Quanto maior for o sofrimento do imbecil, maior será a sua satisfação e, contraditoriamente, seu desinteresse. É por isto que não sentem pena daqueles que se suicidam por uma grande dor de amor.
O homem que se mata por amor está comunicando que é um fraco e, com isto, seu sacrifício ficará sem sentido.


Ao invés de nos matarmos ou de a matarmos, é melhor matarmos os nossos sentimentos e desejos. Então poderemos tratá-las como nos tratariam.
A capacidade de tratar a mulher como ela nos trata nos permite agir como se fôssemos seu espelho. Seus comportamentos, e não sua fala, serão os elementos que regerão a relação.
Um grande erro masculino é acreditar no que as mulheres dizem.


Outro grande erro é fascinar-se por seu carinho, lágrimas e fragilidade, acreditando que são sinais de que o coração lhes está entregue. Aqui começa nossa perdição. Deixe-a dizer à vontade que o ama, deixe-a chorar aos cântaros e acredite apenas nas atitudes que testemunhar. Acima de tudo guie-se pelos comportamentos concretos e não pelas falas femininas inúteis e enganosas. Não corra atrás do que elas dizem porque você estará sendo observado ao cair nesta fraqueza.
O mundo das mulheres é um pestilento antro de mentiras, dissimulação, dominação e engano. Isto é válido para todas, em maior ou menor grau, e tem sua origem em um remoto passado histórico. O espaço para a sinceridade com as fêmeas parece ser nulo ou quase nulo. Logo, temos que tratá-las segundo estas leis, às quais estão acostumadas.


Para dominar a relação, é preciso ser superior à mulher em suas forças. É preciso ter sangue frio para sermos mais dissimulados e mais carinhosos do que são conosco. Também convém ocultar nosso histórico anterior de relações, como fazem elas.
Quando as vencemos em seus próprios domínios, isto é, nos campos dos sentimentos e da inteligência emocional, que são os campos em que as mulheres se locomovem à vontade, elas se entregam espontaneamente a nós. Passam a nos ver como únicos, os melhores e a nos considerar aptos a guiá-las e comandá-las.


Há apenas dois caminhos possíveis ao estabelecermos uma relação prolongada com uma parceira: dominá-la completamente, estabelecendo regras e proibições para sua vida, ou deixá-la absolutamente livre para fazer o que quiser, estimulando-a a fazer tudo aquilo que demonstra ser parte de sua tendência. Parece ser mais conveniente tentar primeiramente uma relação patriarcal, com plenos poderes sobre a conduta da companheira (proibindo-a principalmente de ter contato com outros machos), e, secundariamente, no caso dela resistir muito à dominação, passar ao extremo oposto, incitando-a a liberdade total. Em ambos os casos não poderemos estar apaixonados e nem sequer amar muito a mulher. O ideal é amá-la apenas o suficiente para a suportarmos.

Algumas mulheres se submetem facilmente quando exercemos uma autoridade protetora e nos deixam guiar suas vidas após testarem e comprovarem nossa firmeza de propósito e segurança. Outras, mais refratárias por influências feministas, costumam resistir mais e há algumas que definitivamente não se submetem por esta via. Estas últimas devem ser empurradas na direção oposta pois não possuem vocação alguma para a função de esposas e nem mesmo para serem companheiras fixas. Servem apenas para o sexo casual e superficial, não possuindo nenhuma outra utilidade em nossa vida.

O que as torna tão refratárias e difíceis de controlar é a natureza caótica de suas intensas paixões e sentimentos. Suas disposições se alternam continuamente, motivo pelo qual temos que aproveitar os momentos em que estão "abertas", disponíveis e suscetíveis a influências para operar sobre seus ânimos. Quando estão fechadas, temos que esperar até que mudem.
Ela sempre será imprevisível mas tentará induzi-lo a mecanizar-se na espera de um padrão comportamental para surpreendê-lo com outros padrões, deixando-o louco. Resista às tempestades emocionais. Esteja pronto para tudo. Não a deixe contaminar sua mente com alternâncias absurdas de sentimentos. Fique centrado e não se deixe arrastar para nenhum lado.
O tempo é um dos maiores aliados femininos. Quando você estiver ressentido com justa razão, quando se mantiver distante, sua parceira sempre contará pacientemente com o tempo para que você mude. Irá esperar e esperar, pacientemente, pela sua transformação. Há inclusive uma gíria para tal artimanha: "cozinhar".

10. A alternância

10. A alternância

A relação nunca deve se polarizar na frieza ou no afeto contínuos.
Temos que ser indiferentes e, ao mesmo, tempo ardentemente românticos.

O homem exclusivamente afetuoso torna-se repulsivo e a mulher passa a considerá-lo pegajoso. Por outro lado, a distância e a indiferença prolongadas esfriam a relação. Logo, temos que alternar deixando-a confusa, sem saber o que realmente sentimos. Cultive a frieza do Budismo Zen aliada ao calor do Kama Sutra.
Temos que sobrepujar a mulher em suas tendências opostas, bipolares. Temos que conduzir a relação e administrar os sentimentos femininos ao invés de tentar submetê-los.

Por conhecerem bem os mecanismos emocionais, as mulheres costumam fazer jogos de alternância. São jogos que variam muito na forma mas que sempre são marcados pela oscilação entre opostos: aproximam-se e depois afastam-se, comportam-se como se fossem fiéis e em seguida admiram outro macho etc.

A melhor forma de estraçalhar esses odiosos jogos emocionais femininos com os opostos consiste em empurrar a mulher justamente para a direção inesperada. A responsabilidade e a culpa que lhe cabem, e que ela sempre tenta transferir a nós, precisa ser devolvida muito amigavelmente.

Exemplo: quando uma mulher tece um comentário sobre outro homem na frente do marido ou namorado, em geral espera que ele reaja com ciúmes e sofra, dando-lhe satisfação. Se o marido, ao contrário, forçar (com atitudes reais) uma aproximação dela com o cara, terá duas vantagens:

1) ficará sabendo se a mulher é fiel ou é realmente uma cadela vadia como está demonstrando ser;
2) a deixará desorientada Eis, portanto, mais um bom motivo para eliminarmos os ciúmes. Os ciúmes, consequência nefasta do apaixonamento, são uma importante ferramenta nos jogos de alternância que elas fazem para nos torturar e nos deixar loucos.

Normalmente, a mulher não quer assumir a responsabilidade por suas atitudes. Quer "compromisso sério" mas não quer deixar os amigos, quer ter amigos homens mas não quer ser tratada como prostituta etc. Portanto, temos que desenvolver mecanismos para forçá-las a assumir as consequências do que fazem. Obviamente, não temos nada contra as prostitutas (e até lhes damos um valor especial) mas sim contra mulheres que agem de má fé e jogam com nossos sentimentos, simulando fidelidade de sentimentos sem dá-la, deixando que criemos expectativas falsas. São essas que não merecem piedade.

Não alimente a ilusão de descobrir por meio de perguntas o que elas realmente sentem por você ou de que isso possa ser confessado. Você apenas fica sabendo o que se passa no coração de uma mulher em situações extremas. Não dê importância a nada do que disserem pois suas inúteis falas são contraditórias, vagas, enganosas e incoerentes, servindo apenas para ludibriar. O grau de dependência emocional por você apenas será revelado à força, em uma situação extrema como, por exemplo, uma indiferença total de sua parte por algum erro grave que ela cometeu. Daí a importância de ser desapaixonado para se ter a capacidade de manter-se indiferente por muito tempo, se necessário.

Entretanto, não devemos nos polarizar na frieza mas sim alternar. Vejamos melhor.
No trato com a mulher, há somente duas opções básicas:
1) ser frio, indiferente e às vezes meio agressivo
2) ser carinhoso e gentil

Se nos polarizarmos exclusivamente em qualquer um dos lados, a perderemos. O ideal é alternar de acordo com as flutuações de ânimo e oscilações propositais dos joguinhos femininos: quando o comportamento de sua namorada não te agradar, dê um gelo e ignore-a. Você a verá então desesperada tentando descobrir o que está acontecendo. Não revele ou perderá o domínio da situação. Encontre um meio de fazê-la acreditar que está sendo rejeitada pela má conduta e resista até que ocorra a mudança da forma que você quer.

Então a premie com muito carinho, bilhetinhos, seja amigo, compreensivo e protetor mas mantenha-se sempre à espera, em alerta porque logo o problema voltará. Adestre-a assim aos poucos mas alterne o padrão de vez em quando para não ficar previsível ou será você o dominado.

Quando somos frios e distantes, duas possibilidades se abrem: a mulher se desespera, ficando insegura, ou te esquece de vez. De todas as maneiras, você ficará sabendo o teor real dos sentimentos que se ocultavam por trás das enganosas palavras. Se ela realmente estiver apaixonada, não te deixará ir embora, virá atrás de você. Se não vier, é porque nunca te amou e somente queria te enrolar. Não tenha medo da verdade. Seja frio sem temor mas não continuamente indiferente. Quando somos carinhosos e cuidadosos, abrem-se igualmente outras duas possibilidades: a mulher se cansa, nos considerando pegajosos, ou gosta desse carinho protetor e fica dependente. Se a dama se enfastiar, significa que nunca te deu importância real, apenas te via como um trouxa. Se não enjoar e não te evitar, é porque realmente está ficando dependente.
Tome cuidado com fingimentos.

Não seja sempre carinhoso, alterne para confundí-la.
Algumas fêmeas apreciam atitudes viris nos machos e os provocam para vê-los enfurecidos e ameaçadores. Sugiro que não caiam nessa a não ser que queiram simular um estado de fúria porque se trata de uma forma de teste que lhes confirma o nosso grau de submissão às suas manipulações.

Seja imprevisível, oferecendo amor e carinho nos momentos mais inesperados. Surpreenda telefonando quando tudo indicar que você não o fará mas faça-o raramente, de maneira desconcertante. Esteja atento a simulações perfeitas de submissão, paixão e entrega que ocultam indiferença. Este é um dom originalmente feminino mas que pode ser desenvolvido pelo homem até níveis impensáveis, inclusive ultrapassando o ápice da dissimulação feminina. Podemos dizer que este é o segredo magno da sedução e do domínio: simular com perfeição uma paixão intensa e submissa sem que se tenha realmente este sentimento. É este poder que confere às fêmeas a capacidade de passar subitamente de um extremo a outro sem a menor perturbação, deixando-nos loucos no meio da confusão.


O rito de encantamento atinge a vítima em cheio quando realizado em uma situação que o torna inesperado por ser oposta às situações em que normalmente deveria ocorrer. Uma declaração de amor intensa emitida após dias de frieza, distanciamento ou hostilidade tem mais efeito do que se for realizada durante períodos românticos. O mesmo é válido para recriminações e castigos.

O impacto de uma declaração de amor derretida será sentido mais intensamente se antecedido por um período de distância e frieza e vice versa. Quanto mais exaltado e intenso for o rito de encantamento (de amor ou de ódio) tanto mais efetivo será o seu poder. Entretanto, maior será também o risco que correremos de sermos vitimados pelo mesmo, sendo arrastados pela paixão desencadeada. Para embriagar sua fêmea de amor, você deve simular estar absolutamente louco de paixão porém, ao mesmo tempo, não deverá estar realmente. O perigo aqui consiste em simular a loucura da paixão e efetivamente apaixonar-se no transcurso da simulação.

Um homem temível que atenua sua severidade extrema temperando-a esporadicamente com atos de bondade e que a utiliza para proteger e dar segurança à mulher se torna fascinante.

11. Porque elas nos observam

11. Porque elas nos observam

Todo o nosso comportamento é alvo da curiosidade feminina (é por isso que existem fofoqueiras nas esquinas). Quando estão envolvidas com um homem, tudo o que este faz, o que veste, o que come etc. é objeto de curiosidade para esses seres superficiais.

Ao observar o homem, a mulher busca compreender o que se passa na sua cabeça e no seu coração. É deste modo que ficam conhecendo os nossos limites emocionais para jogar conosco até o extremo com total segurança.

O grau de dependência afetivo-sexual do homem é medido pela mulher por meio da contínua observação. Daí a importância de confundí-la com atitudes desconcertantes

12. Como lidar com mulheres que fogem

12. Como lidar com mulheres que fogem

Já vi muitos homens sofrendo nas mãos de mulheres que os atraem e fogem. Há também mulheres que fogem quando o homem quer uma resposta definitiva para um caso de amor que terminou mal resolvido.

Descobri uma estratégia muito boa para alcançarmos e capturarmos estas fujonas com
facilidade.

As fujonas nos induzem à perseguição pela sugestão subliminar contínua de que são prêmios que não merecemos. A crença arraigada de que são desejáveis extravasa subliminarmente e nos induz ao assédio.
O que devemos fazer com as fujonas é encurralá-las mentalmente. Como?
Dando-lhes um ultimatum de modo a jogar a responsabilidade em suas mãos, forçando-as a tomarem uma decisão dentro de um prazo muito curto.

Vejamos melhor.
Sei de um caso de um cara que namorava uma mulher casada apenas por telefone. Sempre que se viam na rua, ela o flertava mas não dizia nada, alegando medo do marido. Não obstante, vivia lhe telefonando e dizendo que estava apaixonada etc. De repente, a sacana parou de atender as ligações. Sempre que o coitado ligava e se identificava, a vadia desligava o telefone imediatamente. Estava medindo seu grau de persistência.
Então, em um certo dia, o cara virou homem e lhe telefonou. Porém, antes que a dama pudesse pensar, disse: "Se você não me atender da próxima vez em que eu telefonar, terá me dado a certeza de que não me ama e te esquecerei para sempre". No dia seguinte, ligou novamente e foi atendido amavelmente. Conseguiu transformar a fujona em uma boa menina pois a encurralou com seus próprios sentimentos.


As fujonas querem sempre nos manter emocionalmente presos através da dúvida. Muitas querem apenas nos enrolar, mantendo-nos atrás delas sem nos dar sexo em troca. Sabem que quando nos evitam repentinamente ficamos dominados pelos nossos próprios sentimentos. Gostam muito de nos fazer perder o tempo e se divertem vendo-nos correr atrás delas feitos uns imbecis. Gostam de fugir, fugir e fugir, sentem prazer neste ato porque sabem, instintivamente, que deixarão dúvidas e indagações mal resolvidas na mente do homem e uma pessoa com questões amorosas ou sexuais mal resolvidas com alguém fica "amarrado". A intenção das fujonas é nos manter presos a elas por meio da dúvida. Para virar o barco, basta dar-lhes um ultimatum.

O ultimatum deve ser a notificação de uma situação que a encurrale, fazendo com que suas fugas e esquivas funcionem como uma definição pelo fim da relação.
Por exemplo: se você conseguir alcançá-la de algum modo, através de carta ou telefone, e lhe comunicar que se não houver nenhum sinal claro, da parte dela (dentro de um prazo muito curto definido por você) de que ainda o quer, ela estará encurralada. Poderá até continuar fugindo por algum tempo mas, à medida em que o fim do prazo se aproxima, suas fugas tornam-se respostas claras para sua dúvida. Deste modo atingimos o desejo inconsciente que a motiva e saberemos de verdade se a fujona quer algo conosco ou não.


Algumas fujonas gostam também de atormentar seus maridos e namorados fugindo do sexo. Neste caso, evitam ir para a cama sempre que o infeliz precisa ou prometem dar e recusam na hora H. O melhor a fazer nestes casos é encontrar um jeito de jogar a bomba nas mãos dela de volta.

Uma forma de fazer isso é medir o tempo de duração da recusa e oficializar este ritmo, comunicando que nos demais dias nada será esperado, sempre colocando isso como uma decisão dela. Então a imaginação feminina irá trabalhar com os ciúmes da forma que desejamos e talvez a situação se inverta.

Não se esqueça: sempre que você marcar algum compromisso, não esqueça de encurralá-la por meio de prazos. Se você deixar o acordo em aberto, provavelmente será defraudado.
O que alimenta o comportamento das fujonas é a idéia inconsciente de que você sempre estará disponível, mesmo após muitos anos. Se apóiam nesta idéia e não sentem a menor necessidade de enfrentá-lo.


As fujonas nutrem-se inconscientemente com a perseguição. Querem ser perseguidas para rejeitar o perseguidor. A possibilidade de rejeitar lhes dá a sensação de serem as mais gostosas, as mais desejáveis entre todas.

Quando fogem, o fazem para induzir a perseguição e até, algumas vezes, para fazer alarde, chamando a atenção de todos que a rodeiam. Algumas vezes costumam inicialmente enviar sinais de interesse para induzir no macho a procura mas, em seguida, o rejeitam, contando seu triunfo para as amigas. Para atingi-las, primeiramente temos que não perseguir e, em
segundo lugar, transformar suas fugas em inconfundíveis decisões pelo fim da relação, em claras comunicações de desinteresse. Assim, destroçamos as dúvidas que tentam inculcar em nossa mente, devolvendo-lhe o feitiço.

Tudo é questão de encurralamento psicológico. O trabalho consiste em encurralar a fujona em seu próprio calabouço mental, fazendo-a afrontar seus próprios sentimentos e desejos contraditórios. Criando uma situação definitiva, que não permita dúvida alguma, o teor real dos sentimentos se mostrará. Então você saberá o que você realmente significa para ela, como é visto e para que serve pois há muitas mulheres que querem apenas nos manter na reserva como uma garantia para a velhice ou para alguma emergência material ou emocional. Sei de um caso em que uma garota manteve um rapaz na reserva e posteriormente o aceitou como namorado quando ficou grávida de outro, que havia fugido, para imputar-lhe a paternidade. Casos como esse são freqüentes.

Tenho observado que o inconsciente feminino parece querer ser encurralado, solicitar um cerceamento que não permita a fuga. Enquanto você permitir quaisquer aberturas mentais que permitam evitar responsabilidades, a fujona sempre o evitará, atribuindo a culpa de tudo a você e considerando-o desinteressante. Por outro lado, se você a encurralar
mentalmente, será considerado superior aos outros machos em inteligência, força emocional, segurança e determinação. Também comunicará subliminarmente que não ficará disponível por toda a eternidade e que possui acesso a outras fêmeas melhores

13. A impossibilidade de negociação

13. A impossibilidade de negociação

As mulheres costumam resistir às tentativas de negociação ou conduzi-las apenas nas direções que lhes interessam. Quando a negociação toma um rumo favorável ao homem, qualificam-no de "intransigente" ou "radical", mesmo que estejam totalmente sem razão em suas reivindicações.

Os homens maleáveis, que cedem em pontos inaceitáveis, são vistos como fracos, indecisos e manipuláveis. A despeito do que digam, as mulheres sempre se decidirão por aquele que se mantiver firme em seu ponto de vista até o final e demonstrar não retroceder por nada, nem mesmo pelo medo de perdê-las. Isso é especialmente válido para os casos das "amizades inocentes" com outros homens.

A essência do que as fêmeas são é absolutamente distinta do que elas mesmas dizem, razão pela qual devemos nos guiar apenas pelas suas atitudes e nunca por suas falas absurdas. A fala é um de seus principais mecanismos de ludibriação nas negociações.
Os verdadeiros sentimentos e intenções femininos se revelam apenas nas situações extremas em que são colocados à prova. Fora deste âmbito, tudo será confuso, absurdo e contraditório. Por estes motivos, é melhor comunicar-lhes condições do que contar com compreensão.

Quando as condições para o relacionamento são comunicadas de modo absolutamente claro, não há saída para a mulher. Para qualquer lado que tentar se mover estará se revelando. Assim descobriremos se a mesma é uma santa, uma boa esposa, uma simples amiga sexual ou uma vadia ludibriadora.

As condições precisam ser formuladas de maneira tal que até mesmo a recusa em manifestar-se e a indiferença tenham um significado claro e definido. Como uma das maiores armas femininas é a contradição, atitudes contraditórias e ausência de atitudes também precisam ter um significado preciso, claramente formulado.
Há uma imensa diferença entre pedir e afirmar de forma decidida. A mulher não irá renunciar aos maus costumes (sexo com pouca freqüência ou pouca qualidade, atitudes simpáticas para com outros homens etc.) somente porque você pediu. Apenas o fará caso seja comunicada de modo inequívoco que aquelas atitudes implicarão, sem apelação, no fim da relação ou na ruína de sua imagem. Se você tentar negociar, ela perceberá, com seu sexto sentido, um medo de perdê-la e jogará com este medo até o seu limite extremo. Logo, a saída é não ter medo.

Mas para não ter medo é preciso não se apaixonar. Será incapaz de impor condições sem vacilar aquele que for emocionalmente dependente. A mulher, através do instinto, pressentirá sua fraqueza e lhe resistirá até dobrá-lo. Quanto mais cedermos, mais teremos que ceder, até ficarmos completamente loucos.

14. Porque é necessário ocultar nossos sentimentos e nossa conduta

14. Porque é necessário ocultar nossos sentimentos e nossa conduta

As mulheres são seres imaginativos e intuitivos, muito pouco racionais, que se orientam pelos sentimentos e não pela lógica ou pela razão. Assim, apresentam pouca resistência à verdade e necessitam viver na ilusão e na mentira. Isto é próprio da natureza feminina.


Não suportam a realidade crua e se desesperam ou se enfurecem quando somos absolutamente diretos, desmascarando-as, mas ao mesmo tempo, curiosamente, nos admiram por tais qualidades pois são altamente contraditórias em si mesmas e com relação às próprias opiniões.
Quando excitamos e exaltamos sua imaginação na direção correta, podemos dominar a relação. Mas se não formos fortes o suficiente, seremos nós os dominados. Aí reside o perigo e a necessidade de não nos apaixonarmos.

A tendência feminina à negação veemente da realidade cria na mente masculina um inferno porque somos lógicos. Portanto, o desejo de sempre saber a verdade sobre a mulher (com quem anda e o que faz quando está longe de nós, o que sente realmente etc.) é uma debilidade.
É lícito enganar as mulheres porque isso é feito conosco todo o tempo. Não existem mulheres sinceras pois todas enganam ou ocultam fatos.


A ocultação de fatos e, principalmente, dos reais sentimentos é uma das armas magnas. Quando não sabemos o que se passa no coração de alguém, não podemos tomar decisões e ficamos à sua mercê. Por meio de atitudes e falas contraditórias, as fêmeas impedem que assumamos posições definidas na relação mas nos cobram incessantemente pelas mesmas, acusando-nos de indecisos, inseguros etc. Os homens mais novos geralmente caem nestas armadilhas e sofrem muito. Como elas nunca nos deixam saber o que sentem e o que fazem quando estão fora do alcance de nossa vista, a única alternativa que nos resta é considerá-las vadias até que provem o contrário, se forem capazes.


As fêmeas sempre escondem o quanto precisam realmente de nós e somente o revelam em situações extremas. O motivo é que aquele que oculta suas emoções deixa o outro sem referencial para se comportar de forma a dominá-lo. Nas relações, nosso comportamento é definido pelos sentimentos do outro. Por isso as mulheres somente revelam o quanto necessitam de nós em situações extremas, sob a real iminência de nos perderem ou quando
sentem que somos inacessíveis.

Não a deixe ter certeza de que você compreende todos os seus jogos, percebe as mentiras e enxerga tudo o que se passa. Não lhe conte o que você sabe sobre a mente feminina e sobre as estratégias que usa. Não espere compreensão. Seus problemas não a interessam. Não espere compaixão, piedade. O único sentimento que você conseguirá ativar com isso é a repulsa, a aversão.

Faça-a crer que você é um cara maravilhoso em todos os sentidos mas difícil de ser alcançado para ser preso.

As fraquezas, desejos e necessidades femininas reais normalmente são zelosamente ocultas para que fiquemos presos à dúvida. A dúvida imobiliza pois aquele que não conhece os sentimentos e intenções alheios não pode agir, principalmente se os sentimentos do outro são objeto de seu interesse.

O nosso poder intelectual de adentrar à psique feminina, conhecendo-a, é temido por revelar detalhes estratégicos e continuamente bloqueado por meio de comportamentos paradoxais e ilógicos que escapem a qualquer análise.

15. O miserável sentimento da paixão

15. O miserável sentimento da paixão

Revise a sua história de vida amorosa e descobrirá que sempre as damas que você mais amou não te amaram e aquelas que mais te amaram não foram igualmente amadas por você.


Depreendemos então que é fundamental não se apaixonar para se dispor da paixão da mulher. A primeira e fundamental capacidade a ser adquirida é esta: a de não se apaixonar.

Por que ela fica incólume após brigar com você? Por que não se perturba?
Simplesmente porque habilmente lê em seu comportamento, por meio de sinais, que você está preso, emocionalmente dependente. São sinais que comunicam dependência emocional: ciúmes, raiva, tristeza, curiosidade sobre a conduta, medo da perda etc.

Para acorrentar o macho, a fêmea humana lhe dá carinho, amor e sexo de boa qualidade até senti-lo bem preso e comprovar seu grau de dependência com muitos testes. Quando o idiota está bem aprisionado e dependente, então começa a ser torturado para proporcionar à mulher o prazer de vê-lo perdido e desorientado, tentando encontrar uma saída.

Trata-se de um teste para medir nosso valor masculino. Elas sabem que necessitamos muito do carinho e da fragilidade que possuem.

Portanto, a paixão ou amor romântico é o ponto nevrálgico da escravização psíquica do macho. A principal e mais poderosa arma que sua parceira possui contra você são os seus próprios sentimentos. Elimine-os para deixá-la impotente ou você será jogado em um movimento oscilatório, alternado, exatamente como o rato entre as garras do gato, como uma bola de pingue-pongue. As damas habilmente acendem em nós sentimentos Contraditórios sem o menor medo de nos perderem: provocam ciúmes, nos bajulam em seguida etc.

O sentimento de apego em suas várias facetas é uma eficaz ferramenta feminina para submeter o macho. As várias faces são o apaixonamento, o ciúme, a posse, a saudade, o bem querer e o medo de perder. Resistir ao feitiço feminino é antes de tudo resistir aos sentimentos amorosos. A paixão é o maior perigo e corresponde a um miserável estado de servidão.


Para treinarmos a resistência contra a paixão, a melhor parceira é a rameira ardilosa, a megera monstruosa que não tem escrúpulos ao brincar e destruir os sentimentos alheios. Se você for capaz de resistir ao apaixonamento expondo-se ao seu magnetismo fatal e vencê-la, vencerá qualquer outra.

Quando não está instalada, a servidão passional é mais fácil de ser evitada. Porém, uma vez que esteja instalada, apenas pode ser removida com muita dificuldade.
Para resistir ao encanto da paixão é preciso segurar a imaginação, não crer nas palavras da mulher e não se deixar fascinar pelos encantos de seus delicados traços e da fragilidade de seu corpo. É imprescindível resistir ao encanto das lágrimas e à doçura da voz. O ceticismo é a uma defesa indispensável e a credulidade uma terrível fraqueza. Preserve o ceticismo e
aprofunde-o. Nunca dê asas às primeiras expectativas e imagens que te assaltam quando você vê uma linda garota.


Todo o trabalho feminino consiste em prender o macho através dos sentimentos. Uma vez preso, o levam para onde querem, o submetem e, curiosamente, o desprezam em seu íntimo, considerando-o um fraco. Elas se entregam apenas aos fortes que nada sentem e resistem a todas as tentativas de encantamento. É por este motivo que nunca apresentam explosões de paixão pelos próprios maridos, mas apenas pelos piores amantes.

O homem bom é visto, sob a ótica feminina, como uma besta de carga facilmente domesticável. Elas sempre se decidem pelo absurdo porque são seres ilógicos.

A tentativa feminina de encantar o macho na verdade é um teste:
aquele que não se entrega demonstra ser o melhor.


No homem, a dor da paixão tem sua origem na infância e guarda muitas semelhanças com os sentimentos infantis provocados pela falta da mãe. É um sentimento de desamparo, de nunca mais encontrar outra mulher igual, o que é absolutamente irracional, pois no mundo atual há aproximadamente 3.000.000.000 de mulheres. A idéia básica de fundo com
a qual a mulher trabalha na mente masculina é a de que nenhuma outra poderá substituí-la. Esta crença é continuamente reforçada sem que o percebamos, para nossa desgraça emocional. A constituição física e psíquica da mulher é adaptada e preparada para extrair forças físicas, vitais e psíquicas do homem. São vampiras naturais dotadas de sofisticados procedimentos sugadores de energia.


Paradoxalmente, a mesma mulher é necessária à nossa virilidade porque excita os órgãos masculinos e ativa sua produção energética.

Conclui-se, portanto, que a mulher não é exclusivamente boa ou má para o homem mas ambas as coisas simultaneamente. Desta natureza contraditória, que enfraquece e fortifica ao mesmo tempo, se origina a necessidade de dominá-la (em sentido magnético, obviamente, e jamais em um sentido absurdo de brutalidade machista) por meio de suas próprias fantasias de mulher, permitindo que ela viva seus sonhos absurdos sem, no entanto, nos identificarmos com os papéis que assumimos nestes sonhos. Se não a dominarmos, ela nos dominará e, em seguida, irá procurar outro macho mais forte que a domine pois o que lhe interessa é sempre o melhor, o mais forte, aquele que resiste a todos os encantos.

Quando nos deixamos arrastar pelo perigoso magnetismo feminino em suas variadíssimas formas, inclusive as românticas (que considero mais perigosas do que a luxúria bruta), não acumulamos energia, apenas dissipamos força até o enfraquecimento total e a ruína.
Se você está apaixonado, terá que passar por um doloroso processo para atingir o extremo oposto. Enquanto não for imune aos ciúmes, sendo capaz de ver sua parceira com outro cara e desprezá-los, ainda estará preso.
Note que o cafajeste não tem ciúmes porque não se apaixona.


Entretanto, ser desapaixonado e não ser ciumento não significa ser bobo.
Você pode perfeitamente dispensar a mulher se ela flertar com alguém e sendo desapaixonado tudo será mais fácil.


No jogo da paixão, a fêmea costuma não manifestar cuidados quando se sente superior. Tende a ocultar sentimentos para induzir a outra parte a manifestar o que sente por meio de cuidados. Simulam desinteresse para forçar o macho a revelar seu grau de dependência afetiva. Aquele que amar mais, que for mais apegado, revelará inevitavelmente sua fraqueza. A força consiste em não se entregar para administrar os sentimentos do outro.

O crivo intelectual e a penetração fatal do intelecto masculino as atemoriza; sabem que são totalmente vulneráveis na ausência da servidão passional. Por tal razão, sempre insistirão em tentar demovê-lo de suas suspeitas e ceticismo, induzindo-o a entregar-se à subjetividade, a "deixar acontecer", para que você se embriague de sentimentos. Uma vez
embriagado, estará dopado e poderá ser levado a qualquer direção
.

16. Os testes

16. Os testes

A fêmea humana é essencialmente traidora: solicita incessantemente que o macho se entregue mas, simultaneamente, considera aqueles que o fazem débeis e desinteressantes, traindo-os com outros mais fortes, que não as amam.


Esta essência traidora feminina se origina da necessidade de testar o valor masculino. As solicitações de entrega, bem como as recriminações e os jogos de ciúmes, visam testar a qualidade do reprodutor e protetor de sua prole. Sua intenção é verificar o quanto o homem está seguro de si, de sua força e de seu valor.


As mulheres costumam nos testar simulando estarem decepcionadas conosco, tratando-nos como se fôssemos pirralhos, moleques culpados por travessuras condenáveis, com o intuito de ativar em nossa mente lembranças da infância e, deste modo, nos forçar a vê-las como mães severas. Também é comum que ataquem nossos pontos de vista e concepções, muitas vezes qualificando-os de infantis, visando abalar nosso moral para que duvidemos do nosso valor. Por meio destes procedimentos irão nos comparar a outros machos e concluirão que somos superiores aos que vacilaram e duvidaram de si mesmos.

Atenções e gentilezas com outros machos são outra modalidade de teste que empregam. Por este caminho, descobrem se nos sentimos inferiores aos outros homens ou não.


Se reagirmos com ciúmes, isto lhes mostrará duas coisas:
1) que acreditamos que o outro pode fasciná-la mais do que nós;
2) que temos medo de não encontrar outra fêmea melhor e, portanto, somos incompetentes enquanto homens. Logo, é necessário não termos ciúmes. Mas isso não será possível enquanto sentirmos amor. Por este motivo, e somente por isto, devemos evitar totalmente o amor e o apaixonamento. Tais sentimentos são debilitantes e tornam o homem desinteressante, ainda que todas digam o contrário.

As mulheres amam os homens maus e fortes, sem amor e sem sentimentos, porque são justamente estes que lhes transmitem a segurança que precisam. Os bons são débeis e inseguros. Elas raciocinam, geralmente inconscientemente: "Se eu conseguir atrair a afeição deste demônio, estarei protegida". É por isto que os mafiosos e poderosos possuem tantas mulheres. O sexo feminino é atraído pelo poder e pela maldade como a mariposa é atraída à luz. É claro que estes caras não as tratam mal; são absolutamente fingidos e carinhosos. Prometem-lhes o céu sem nunca lhes dar e excitam-lhes a imaginação.


Se você acha que basta ser bonzinho para ser amado, mude de idéia. Caso contrário, o inferno em vida irá te esperar. As torturas psicológicas visam testar e selecionar o melhor reprodutor e protetor da prole, mesmo no caso daquelas que insistem em dizer que não querem casar. O mais destemido, cruel e insensível é o eleito. Quanto mais você a pressionar para te amar, dar sexo e ficar ao seu lado, mais repulsivo será.

É que a dinâmica da mulher é regida pelo seguinte princípio: seus amores são dirigidos apenas àqueles que delas não necessitam, de preferência em nenhum sentido. Quanto mais você correr atrás, pior será. Quando a fêmea descobre um macho (hetero de verdade e não gay, logicamente) que dela não necessita, seu inconsciente trabalha a idéia de que este é muito bom, muito valoroso e forte, que deve ter muitas mulheres lindas disponíveis etc. Então o desejará mas a coisa não termina por aí. O cara será testado.

Somente os durões e insensíveis é que passam nestes testes infernais.A chave para tanto é não sentir nada, não amar, não estar apaixonado. Então, os testes nos parecerão absolutamente ridículos e não nos afetarão. A mulher irá embora, esperará alguns dias e voltará em seguida. Ficará sem te telefonar por muito tempo e por fim cederá. Recusará o sexo até o limite extremo para em seguida lançar-se nua sobre você, devorando-o. Se oferecerá insistentemente, não por ternura, como você gostaria, mas sim porque se sentirá excitada sem entender o motivo. E você nunca deve dizê-lo, obviamente.

Quanto mais estreita for a relação do casal, mais terríveis serão os infernos mentais e mais promissoras serão as oportunidades de treinamento interno. Se você vencer a diaba com quem vive, será mais fácil vencer as outras.

Devido ao ódio inconsciente, mas real e intenso, contra os machos, as fêmeas sempre irão atormentá-los sem piedade a menos que sejam dominadas severamente. Suas estratégias de tormento são psicológicas e difíceis de detectar mas se baseiam sempre no mesmo elemento: a submissão pela paixão oriunda da necessidade de carinho. Resista ao encanto da fragilidade e será imbatível.


Não se deixe atingir por choros, gritos, recriminações e reprovações contra suas atitudes: tais manifestações visam fazê-lo duvidar do valor e da legitimidade de seus pontos de vista com o intuito de testar a categoria de macho que você é. Não somente nossa força emocional mas também nossa inteligência é testada por meio de argumentos falaciosos e ingênuos que servem para acobertar atitudes excusas e joguinhos.

17. O círculo social estúpido

17. O círculo social estúpido

Há uma técnica muito eficiente para reconquistarmos uma antiga namorada, uma ex-esposa ou simplesmente uma fêmea que cobiçamos:

Consiste em nos aproximarmos do maior número possível de pessoas que a mesma admira e gosta e que fazem parte daquele círculo estúpido de amizades que tanto nos irritam. Se você conseguir um lugar destacado naquele círculo amistoso e, ao mesmo tempo, mostrar-se meio desinteressado especificamente pela mulher que quer reconquistar, esta virá atrás de você.

Toda mulher tem um círculo idiota de amigos e parentes que roubam sua atenção. Em geral, ficamos com uma justa raiva porque estas pessoas as tiram de nós e, muitas vezes, elas até podem acabar dando para algum cara que estiver por ali, camuflando tudo na amizade. Entretanto, se pularmos dentro deste círculo, ao invés de fugirmos, e cativarmos todos estes imbecis, principalmente as pessoas mais magnéticas, teremos duas vantagens:
1) a mulher irá nos admirar;
2) se ela tiver algum "amiguinho" suspeito ali, poderemos ter um caso amoroso com alguma amiga, de preferência a mais chegada, e isto será uma boa vingança que irá doer muito. Então poderemos rir e nos divertir.

18. Porque é importante sermos homens decididos

18. Porque é importante sermos homens decididos

A fêmea humana nunca sabe racionalmente o que quer e costuma desejar coisas excludentes e contraditórias. Também é comum que se contradiga constantemente por meio de atitudes e palavras discrepantes.

Sabendo que somos racionais e que a mente racional opera com dados definidos, nos desconcertam criando situações confusas nas quais comportamentos contraditórios se mesclam à negação veemente do que vemos. É quando ela dá atenção, cuidado, carinho e elogios a outros caras e ao mesmo tempo diz que nos ama e que é fiel. É claro que isso nos deixa loucos.
A indefinição nos causa enorme confusão e nos expõe à dominação.


Apenas os homens decididos conseguem se orientar neste labirinto infernal que as mulheres criam em nossa mente e em nosso sentimento. A dúvida e a indefinição são preciosas ferramentas para manipulação mental e emocional do macho. Estão presentes quando somos atraídos e subitamente rejeitados em seguida, quando sofremos os jogos de afastamento e aproximação, quando ela nos atrai e depois foge, quando fica sem telefonar, quando oferece e recusa sexo, quando dá a entender uma coisa e em seguida o nega, na instrumentalização dos ciúmes etc.


Convém, portanto, adquirir meios de encurralar a mente feminina forçando-a a se polarizar em uma ou outra direção. Todos os jogos psicológicos da mulher apresentam duas polaridades entre as quais oscila sua indefinição. Trata-se de uma sofisticada tortura mental instintiva que visa quebrar a resistência do macho para forçá-lo a cair em uma posição de quem precisa mas não merece e, deste modo, induzi-lo a correr atrás. Conseguimos encurralar a mente feminina para reverter seu jogo e virar o barco quando somos refratários, especulares e dispomos de mecanismos que nos permitam utilizar suas próprias indefinições como definições, como respostas definidas e precisas.

Ser refratário é não se identificar e não se fascinar pela figura feminina, por sua delicadeza e fragilidade, e ao mesmo tempo deixá-la livre para ser, sentir e agir como quiser enquanto apenas se a observa tentando entrar fundo em sua alma, em seus pensamentos, sentimentos e intenções. É ainda não reagir aos seus ataques psíquicos, mantendo-nos impenetráveis como uma rocha.


Ser especular é flutuar de acordo com as flutuações dela, oscilando frieza, calor, romantismo, distância, indiferença e paixão ardente no seu próprio ritmo. É ser adaptável e maleável como a água. Deste modo, a mulher definirá o ritmo das circunstâncias e ficará confusa. As indefinições, grande arma feminina na guerra dos sexos, são inutilizadas quando as utilizamos como definições.

Por exemplo, se você pergunta para sua namorada se ela vai te telefonar ou visitar no dia seguinte e ela diz "não sei" (resposta indefinida) para te deixar esperando feito um tolo, o melhor a responder é "Vou te esperar até tal hora". Deste modo, devolvemos a culpa e a esponsabilidade que a mulher tentou subliminarmente nos lançar e tiro sairá pela culatra.

O mesmo você poderá fazer caso ela queira andar por aí com algum amiguinho "sem maldade", como elas dizem.

Coloque as condições sem medo: "Então não temos mais compromisso um com outro". As respostas indefinidas tornam-se definidas quando as tomamos por esta via.

As fêmeas humanas temem tomar decisões e nunca querem assumir as conseqüências de suas atitudes, jogando com a indefinição sempre. Por isto, as vencemos por meio de devolução de culpas e de decisões quando as forçamos a se definirem, pelo bem ou pelo mal. É curioso observar que os acontecimentos são indefinidos apenas para o lado masculino pois elas se mantém absolutamente cientes de tudo o que está se passando.


Apenas um homem decidido, que não vacile, mas que ao mesmo tempo tenha grande adaptabilidade, pode quebrar os jogos emocionais da mulher. Nunca vacile em suas posições. Se você vacilar, o instinto animal feminino imediatamente pressentirá esta fraqueza e tentará se rebelar e dominá-lo por aí.


Nos relacionamentos amorosos e sexuais, cada uma das partes assume a posição que corresponde à força de suas convicções a respeito de si mesmo e da vida. Se você vacilar em seus pontos de vista, estará comunicando que pode estar errado em seus julgamentos e somente lhe sobrará a alternativa de ser submetido pois quem é que se submete a uma pessoa insegura? Ninguém! O mais seguro é sempre o que lidera. Tenha a razão sempre do seu lado, nunca a deixe ser tirada de você.

Seja sempre justo e faça tudo de forma limpa e correta até o momento em que a mulher jogar sujo, o que sempre acontece mais cedo ou mais tarde. Aquele que joga sujo fornece ao outro razões para trucidá-lo, humilhá-lo e submetê-lo (emocionalmente falando, é claro). Se você perder a razão terá dado motivos de sobra para sua parceira se rebelar e estará perdido.

A diferença entre os efeitos desencadeados pelas mesmas atitudes tomadas em diversos momentos nos deixa confusos, minando a segurança necessária para agirmos de modo decidido. A imprevisibilidade feminina diante de nossos comportamentos nos imobiliza, impedindo-nos de levar nossas atitudes e decisões até as últimas consequências. Daí a necessidade de conhecermos os padrões reativos. O medo da perda, irmão do desejo de preservar, impõe à segurança com que tomamos as decisões um limite.

19. Como destroçar os jogos emocionais

19. Como destroçar os jogos emocionais

Homens que sentem amor imenso pelas mulheres as odeiam de forma anormal e igualmente intensa por brincarem com seus sentimentos.


Há vários casos em que a mulher joga com a sinceridade do homem para fazê-lo de idiota com a intenção de simplesmente se auto-afirmar por meio da confirmação de que pode atrair alguém para frustrá-lo em seguida.

Vejamos alguns:
• A mulher age como se estivesse interessada em você, pede o número do seu telefone, mas não liga. Você posteriormente pergunta-lhe se vai ou não telefonar e a resposta é: "Quem
sabe..."“, Talvez um dia...”ou então:” Não sei..."
• A garota te telefona, mas diz que quer ter apenas uma "amizade”.
• A pilantra finge que quer dar para você e fica te enrolando, adiando os encontros sem se comprometer com nenhuma data definida.
• A vadia te fornece o número, você liga e ela não atende ou sempre manda alguém dizer que não está.


Observe que em todos estes casos ela está jogando com três elementos básicos: a contradição, a indefinição e os opostos.

O atrai e, quando você vai ao encontro, se afasta para atormentá-lo e induzi-lo a manter-se na perseguição para ser frustrado. A intenção é criar uma situação infernal de dúvida para que o homem fique preso pelo próprio desejo, sem saber o que fazer, e acredite que apenas ele deseja os encontros e a mulher não. Trata-se de um jogo sujo e insincero, no qual os nossos sentimentos masculinos, o principal dos quais o nosso desejo sexual, são pisoteados. Entretanto, tal jogo sujo serve para selecionar os melhores machos: aqueles que os desprezam.

As variantes dos jogos que apontei são inúmeras e ocorrem inclusive na vida conjugal, pois são parte do mecanismo instintivo feminino para seleção dos melhores exemplares masculino da espécie. Porém, sempre possuem as três características: ser contraditória, jogar com opostos e jogar com indefinições.

Para estraçalhar este jogo emocional, basta reagirmos da forma contrária à esperada. Ao invés de insistirmos para que a relação se aprofunde, devemos, ao contrário, assumir como normal e até desejável o pólo do problema que elas imaginam que para nós é o desinteressante.
Ocorre que as fêmeas humanas sempre se comportam como se não precisassem dos machos, mas precisam e muito, apesar de nos ocultarem tal fato. Nos joguinhos imbecis que fazem, esta necessidade é encoberta por um comportamento simulado que transmite a impressão de que apenas a parte masculina precisa do encontro, do sexo e do amor. Tudo se passa como se apenas o macho precisasse da fêmea.


Nestes casos, ao invés de lutar contra a resistência, insistindo para conseguir um encontro, conseguir sexo etc. é melhor concordar com a garota e aceitar os fatos na direção contrária, fazendo-a assumir as conseqüências de sua brincadeira de mau gosto. Então descobriremos o que realmente se oculta por trás das contradições e ficaremos sabendo o que realmente há por trás de seus jogos emocionais. Quando detectar resistência, solicite à garota uma confirmação de que realmente não quer o encontro e você a verá vacilar, hesitar, gaguejar...

Também auxilia muito, nestes casos, uma comunicação antecipada de que já sabemos o que virá e que não ficaremos esperando nada além, ou seja, de que já assumimos o lado desinteressante da proposta para a relação, o que será justamente o inesperado. Por exemplo: se sua esposa ou namorada fica te enrolando, prometendo e evitando sexo, descubra quantos dias ela demora em ceder e, em seguida, se antecipe dizendo-lhe: "Tenho certeza de que você vai transar novamente comigo daqui a tantos dias". É importante que o número de dias que você comunica nesta mensagem seja bem maior do que o número de dias que você realmente espera e que ela pense que este seja o tempo de sua espera. Assim, a garota terá que esperar todo este tempo antes de começar a curtir o jogo idiota e ficará desconcertada, pois terá dado motivos de sobra para você ir com outra.


Se sua companheira/esposa/namorada é indiferente, fria, recusa sexo etc. e simultaneamente nega tudo isso, arrumando desculpas e dizendo que sente por você um amor verdadeiro, que está apaixonada etc. este jogo de indefinições está em atividade. Encurrale-a dando-lhe um prazo para que mostre realmente que o ama com atitudes e você ficará sabendo o que há realmente por trás do jogo.

Sempre nestes jogos há duas saídas, duas possibilidades: uma é o desfecho realmente desejado e o outro o que ela não quer, mas simula querer. Se concordarmos com a resistência e amavelmente "empurrarmos" a dama na direção que suspeitamos ser a simulada e indesejável, destruiremos o jogo. Então a conquistaremos ou, na pior das hipóteses, descobriremos que na verdade estávamos sendo apenas enrolados.

Tenho observado que a totalidade do comportamento feminino com relação ao homem é marcado por este jogo de indefinição entre opostos. Todo o comportamento manipulatório feminino passa por aí, pelo jogo de contradições. A forma de destruí-lo é não insistirmos na direção que a mulher espera que insistamos e contra a qual se prepara para nos enfrentar, mas sim na direção contrária, em que sua abertura e vulnerabilidade são totais. Obviamente, você deverá ser absolutamente amável todo o tempo, mas não poderá jamais vencer o jogo se estiver apaixonado. Não esqueça de abraçá-la com cuidado e carinhosamente.


Em última instância, estas estratégias de defesa emocional consistem em aprender a encurralar psicologicamente, de forma a obrigar que os sentimentos e intenções reais apareçam.
Aquele que está apaixonado, sempre será o perdedor no jogo da paixão. Como os jogos partem das mulheres, resulta que, inconscientemente, elas preferem sempre os homens fortes e durões, que nunca se apaixonam por ninguém, mas decidem prestar-lhes um pouco de atenção e dedicar-lhes um pouco (mas não muito) de carinho. No fundo, são idênticas às primatas do paleolítico inferior: querem o melhor macho, o melhor macaco do bando.


Acostume-se a observar as reações emocionais de tudo o que você fizer. Isto lhe permitirá orientar-se adequadamente na confusão. Nunca espere reações que seriam óbvias segundo a lógica dos sentimentos e desejos masculinos.

Provoque e administre nela os seguintes sentimentos: fascínio, apego, medo da perda, insegurança com relação à sua posse, admiração, aceitação, segurança, proteção, orientação e auxílio.

Evite que ela sinta: raiva, decepção, tristeza com você e ressentimento. Não deixe que sentimentos antagônicos se mesclem.

Excite a imaginação e os desejos femininos. Prometa satisfazer seus anelos bobos, mas nunca satisfaça. Deixe-a com sede de amor, aproxime água e retire-a quando a sede estiver prestes a ser saciada, como ela faria com você. Trate-a como ela quer trata-te. Prolongue e estimule indefinidamente a sede de amor, carinho e compreensão sem nunca satisfazê-la totalmente.

Não pense que ela teria piedade de você porque elas são impiedosas com os fracos. Jogue com a insatisfação. Não tome a dianteira nos jogos sujos. Não jogue sujo com uma mulher sincera (se existir alguma).

Observe-a e espere que seus sentimentos sejam alvo de tentativas de pisoteamento antes de devolver-lhe o contra-feitiço. Assim a razão permanecerá ao seu lado.

As mulheres sempre dão a entender que seremos nós que as perderemos se a relação terminar e não o contrário, isto é, que elas nos perderiam. Inverta as crenças que a mulher tenta introduzir em sua mente. Faça-a sentir que a perda será dela, e não sua, se a relação terminar. Encarne esta idéia e se rebele contra tentativas de induzi-lo a acreditar que será você o prejudicado.


Lembre-se que há aproximadamente 3.000.000.000 de mulheres no planeta.
O que as torna tão imprevisíveis é o caráter contraditório de suas atitudes. Em geral, elas buscam ser sempre esquivas e evasivas, evitando a todo custo assumir posturas visivelmente definidas para nós (apesar de sempre preservarem para si a ciência do que está acontecendo). Você jamais as verá em um comportamento absolutamente coerente. Possuem horror a situações definidas por que não gostam de se expor e as evitam a todo custo para nos confundirem. Não querem mostrar com clareza o que sentem, querem sempre ocultar quais são suas reais intenções para nos lançarem na insegurança da dúvida, a mesma insegurança pela qual em seguida nos acusam de sermos fracos. A dúvida sempre é preservada porque imobiliza o macho. A definição, por outro lado, seja pelo fim da relação ou pela continuidade dentro dos nossos critérios, nos lança em um estado de alívio e certeza. É por isso que a definição é evitada continuamente.


O melhor caminho para sairmos deste inferno emocional é forçá-las a se definirem na relação.

Mas temos que fazê-lo de forma correta para que o tiro não saia pela culatra e nos atinja. Aí está o ponto nevrálgico desta questão: as mulheres odeiam assumir a culpa e a responsabilidade que lhes cabem por estragarem seus relacionamentos. Se você simplesmente tentar forçá-la a assumir seus erros, poderá se dar mal. Ela dirá que você é um cara cruel, perverso etc. e terminará a relação sem nenhum problema, jogando toda culpa em você. Ficará absolutamente tranqüila e contará o triunfo para as amigas. Não haverá nenhuma dúvida, pois "o cara era realmente desinteressante" e nada foi perdido, sendo a atitude considerada a mais acertada.

Tudo se resume em transferir responsabilidade ao outro. É preciso, então, criar uma situação em que sua parceira não possa fugir de si mesma e seja obrigada a encarar a si própria. Como fazê-lo?


- Comunicando, reforçando que ela, e não você destruiu ou está destruindo o relacionamento com suas atitudes indesejáveis, tais como o sexo de má qualidade ou atenção dedicada a outros machos etc.

Diga isto e não discuta, deixe o resto no ar e espere os resultados. Se você vacilar na hora de dizer, se sua voz for trêmula, ela continuará te atormentando. Quando se mantém indefinidas, as mulheres enganam nossa mente e fazem a culpa parecer nossa. Mas o que importa aqui não são exatamente as nossas crenças, mas as delas.

Você já deve ter reparado que elas dificilmente terminam um relacionamento de forma absolutamente clara e definitiva, preferindo deixar os problemas "no ar". Isto ocorre para nos imobilizar em um estado de ansiedade, de espera contínua. Para atingi-la no sentimento e provocar uma inversão, você deve tomar as indefinições como definições e comunicá-la.


Não é à toa que os prazos as aterrorizam tanto. Quando se dá um prazo para alguém, não há como se evadir da responsabilidade. Se você fornecer o seu número de telefone ou e-mail, não deixe de comunicar um prazo exato para esperar o contato ou ficará esperando eternamente. Os prazos exatos são uma poderosa ferramenta para destroçar os joguinhos infernais. Podem ser usados de muitas formas.


Por que são tão eficientes?
Porque encurralam a pessoa e a obrigam a assumir uma posição sem possibilidade de evasivas. Mas a pessoa deve ser comunicada de forma clara e objetiva ou a estratégia não dará resultado. A mínima abertura para qualquer justificativa posterior pode fazer a empreitada fracassar.
De todas as maneiras, se você achar tudo isso muito difícil e desgastante, contente-se ao menos em simplesmente usá-la, fingindo concordar com tudo e nada sentindo. É uma boa estratégia.


O que importa não é o que é comunicado à consciência, mas sim o que é comunicado ao inconsciente feminino. Esteja sempre atento ao conteúdo subliminar das conversas e contatos. Subliminarmente, qual das duas partes está comunicando que está querendo, precisando da outra? Ao invés de perguntar "Posso te ver amanhã?" diga "Amanhã te espero até tal hora". Na língua inglesa, a idéia de perguntar e pedir são expressas por uma mesma palavra ("ask").

Exceto quando incisiva e hostil, a pergunta é uma forma de petição e comunica submissão, súplica, dando ao outro a chance de recusar sem se responsabilizar por nada. A comunicação objetiva dentro de exatas condições, ao contrário, encurrala a mulher ao criar uma situação em que sua responsabilidade pelos efeitos da recusa não pode ser imputada a nós, mas apenas a quem recusou.

Além disso, quando pedimos permissão para um encontro, comunicamos ao inconsciente feminino que somos mais fracos. Entretanto, nenhuma fêmea necessita de machos mais fracos do que ela. Do ponto de vista da seleção natural, os machos mais fracos são repulsivos. Infelizmente, nos foi ensinado o contrário: que deveríamos agradar, pedir, suplicar encontros, carinho, sexo etc. Nos foi inculcada a absurda crença de que temos que esperar pela boa vontade feminina e que, se não o fizermos, a mulher irá "ficar triste e nos recusar".

Acostume-se a falar sempre em tom imperativo, porém amável. Não suplique, não peça permissão porque a permissão das mulheres é para ser dada aos filhos e não aos homens.


O velho e conhecido joguinho feminino consiste em se aproximar do macho apenas para atraí-lo, afastando-se quando ele se aproxima. A intenção é induzi-lo a correr desesperadamente atrás, sendo levado para onde à fêmea queira, como um cão atrás de um osso. Para destroçá-lo, entre no ritmo feminino de aproximação e afastamento, simulando ter mordido a isca, e comece a conduzir este movimento em seu favor, afastando-se quando ela se aproximar e aproximando-se quando ela se afastar, sem medo de perdê-la e sem alterar o ritmo, apenas tornando-se agora elemento ativo e não mais passivo do processo. Você deve dominar o jogo sem ser percebido pela atormentadora, a qual deve apenas sentir o efeito sem saber direito o que está acontecendo. Se proceder assim, criará uma situação insuportável até um ponto em que a deixará mocionalmente vulnerável, aberta. Então poderá tomá-la para o sexo sem a menor resistência. Normalmente, os homens se aproximam quando a dama se aproxima e continuam tentando se aproximar mais ainda, desesperados, quando ela se afasta. Deste modo são estupidamente manipulados sem nenhum resultado positivo.



Você pode também se manter inacessível após o afastamento da garota por muito mais tempo do que seria previsto para represar a libido feminina, mantendo-se distante até que ela não agüente mais e te procure reclamando, quando então você a surpreende tomando-a de assalto nos braços. O clima estará propício e a resistência também será pouca ou nula.


Nunca abandone o ceticismo. Ele é sua arma contra todas as artimanhas naturais do inconsciente feminino para induzi-lo a crenças que o enfraquecerão, tornando-o manipulável e, conseqüentemente, desinteressante. O ceticismo com relação às intenções, palavras, lágrimas etc. é uma defesa imprescindível.


Não permita que crença de que a mulher é um "prêmio" seja inserida em sua mente por via subliminar. As fêmeas possuem sofisticados mecanismos naturais para induzir o macho a crer que são troféus. Tais mecanismos são sutis, quase invisíveis, e atuam diretamente no inconsciente masculino. Os jogos com opostos que criam situações indefinidas (para o macho, obviamente, pois elas sabem muito bem o que se passa) visam justamente induzir e reforçar tais crenças. Seus mecanismos consistem, basicamente, em nos tratar como se nos evitassem e, ao mesmo tempo, nos quisessem, como sucede quando propositalmente mostram partes do corpo (barriga, decotes, pernas) e em seguida as ocultam de nossos olhos. Conseguimos destroçar este odioso mecanismo quando as tratamos como os seres inferiores merecedores de piedade, colocando-as em seu lugar devido. É que as fêmeas sempre gostam de conversar olhando para cima e nunca para baixo.


Mantenha constantemente, principalmente nos momentos mais difíceis, a recordação dos atributos positivos e atrativos que você possui. Quase todos os joguinhos podem ser burlados quando aceitamos as insinuações (tentativas de aproximação) com naturalidade, sem muita surpresa, estimulando-as a intensificá-las e, ao mesmo tempo, nos mantemos indiferentes, não as deixando ter certeza de que "mordemos a isca". Como a necessidade de se sentirem desejadas para que possam nos rejeitar é muito forte, resulta que a dúvida a respeito de nos terem ou não fascinado as obriga a intensificar as insinuações para buscar a certeza. O resultado é um aprofundamento do assédio até um ponto em que a indefinição desapareça. O próprio desejo feminino de rejeitá-lo é que irá empurrá-la para você! A necessidade de confirmar a perturba e a obriga a dissipar a incerteza insinuando-se mais. Aceite estas insinuações e as aproveite, mas simule não estar interessado no sexo.


Neste ínterim, a situação estará favorável a uma aproximação "desinteressada" cada vez maior, a qual deve ser sutil para preservar a dúvida. Em estado de dúvida, qualquer pessoa está vulnerável a ataques em sua mente e em seus sentimentos. Crie e preserve um estado de dúvida por meio de comportamentos ambíguos. Um comportamento contraditório e indefinido a manterá aberta devido à necessidade de confirmar se você a deseja ou não. Mantenha sempre uma "porta de escape", uma forma de contra-argumentar dizendo que não está interessado, enquanto progressivamente diminui a distância e se torna mais íntimo.


A dúvida a forçará a permitir maior aproximação devido à necessidade de verificar seu grau de aprisionamento pelo desejo. Se alguma conclusão for fechada, dissipando as dúvidas, você pode perder o jogo, daí a importância de não polarizar: a certeza de que você está desesperado de desejo/amor conduz ao desinteresse e, por outro lado, a certeza de que é absolutamente inacessível conduz à desistência. Em ambos os casos perdemos o objeto de interesse.


As provocações se intensificam quando persiste a incerteza a respeito de termos ou não nos deixado prender. Cria na fêmea uma necessidade de aproximação progressiva até um ponto crítico em que não seja mais possível esquivar-se ou voltar atrás. A dúvida é um estado de vulnerabilidade que as força a insinuar-se mais e mais ou a aceitar a nossa aproximação sem nos rejeitar. A rejeição existe apenas quando há certeza de que fomos fisgados, quando avançamos com a língua para fora como um lobo faminto. Por outro lado, a desistência ocorre quando nos polarizamos na frieza porque comunicamos de modo inequívoco que somos inacessíveis. Daí a importância de jogar com ambos os extremos. Em outras palavras: ela não deve saber se venceu ou perdeu o jogo, mas deve desconfiar ter perdido.


Perturbe esta última desconfiança com sinais contraditórios. Infelizmente, estamos condicionados a agir da forma oposta à que deveríamos e tememos a derrota nos joguinhos porque isto desencadeia a perda da fêmea desejada. Mas o medo é a primeira das fraquezas!


O jogo da paixão é um jogo de forças emocionais. Assemelha-se a um cabo de guerra em que a intenção é forçar a outra parte a revelar o teor real dos seus sentimentos. Cada uma das partes tenta encantar a outra ao mesmo tempo em que procura resistir ao encantamento, ao contra-feitiço. O mais resistente e encantador é o vitorioso. Aquele que se derrete facilmente é o perdedor: o fraco, o emotivo. A presciência requerida para vencer é saber exatamente o que fazer e dizer para enfeitiçar, para quebrar as resistências, para induzir o outro a uma possessão por si mesmo, por seus próprios desejos, sonhos, fantasias, ilusões e anelos absurdos. O que importa não são os atos em si, mas seus efeitos sobre a emoção alheia. Eis a razão pela qual as manipuladoras hábeis sempre solicitam que nos entreguemos, mas nunca fazem o mesmo.


Trate-as como estelionatárias sentimentais. O tempo é um grande aliado feminino nos joguinhos. As dúvidas prolongadas através do tempo provocam sofrimento emocional (ex. sua parceira repentinamente deixa o telefone desligado por um ou dois dias para induzi-lo a ficar pensando em mil possibilidades, inclusive preocupado com possíveis chifres). Quebramos as bases deste jogo quando nos antecipamos e comunicamos explicitamente que esperamos algo um pouco pior do que o planejado, indo além das expectativas dela (no exemplo em questão, poderíamos dizer mais ou menos o seguinte, assim que sentíssemos o cheiro da brincadeira: "Aposto que você não vai me ligar nos próximos cinco dias!").
O tempo um pouco, mas não muito, mais longo do que o planejado destroça os planos de brincar conosco e, geralmente, as encurrala, obrigando-as a nos informarem onde estão, com quem e fazendo o que. Uma vez que ganhe o jogo, a tendência da manipuladora é se afastar, mantendo apenas a mínima proximidade para preservação da dominação. Quando o perde, insiste incansavelmente para virar o barco.

A mulher precisa ser ferida no sentimento para sentir a força do coração do homem; somente assim se entrega. Não adianta atingi-la no intelecto. Não adianta argumentar, não adianta polemizar. Ela quer ser dominada pelo melhor e não por qualquer um. De nada adiantará você ser alto, fisicamente forte, bonito ou rico se for emocionalmente débil, inseguro, infantil ou se morrer de medo de perdê-la, ser trocado etc. porque você será corno do mesmo jeito...